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MT Hemocentro divulga calendário de coletas para o mês de novembro

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O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, divulgou o calendário de coletas para o mês de novembro. As ações incluem coletas internas e externas, programadas para atender doadores da capital e de municípios do interior, como Sorriso, Nova Ubiratã, Nova Mutum e Jaciara.

O diretor da unidade, Fernando Henrique Modolo, incentiva a população para realizar a doação de sangue. “Convidamos toda a população de Cuiabá e das cidades do interior em que serão realizadas a campanhas para realizarem a doação de sangue e nos ajudar a manter nossos estoques abastecidos”, destacou.

Os voluntários também podem realizar a doação de segunda a sexta-feira, 7h30 às 18h, na sede do MT Hemocentro, que está localizada na Rua 13 de Junho, 1055, Centro Sul de Cuiabá.

Confira as datas e os locais de coleta no mês de novembro:

Cuiabá

• 04 a 05/11 – Coleta externa na TRAEL;

• 11 a 13/11 – Coleta externa no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC);

• 12/11 – Coleta interna da Paiaguás Construtora; 12 a 21/11 – Coleta interna do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT);

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• 18 a 19/11 – Coleta externa no Centro de Zoonoses;

. 24 a 28/11 – Coleta interna da Igreja Universal;

• 25 a 27/11 – Coleta interna da Assembleia Legislativa;

• 27/11 – Coleta externa no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Sorriso

• 04 a 05/11 – Coleta externa do Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), local a ser definido.

Nova Ubiratã

• 04 a 06/11 – Coleta externa na Rua Rio Grande do Sul, Nº1160, Centro.

Nova Mutum

• 11 a 13/11 – Coleta externa, local a ser definido.

Jaciara

• 17 a 19/11 – Coleta externa, local a ser definido.

Quem pode doar?

O voluntário que quiser doar sangue precisa apresentar um documento oficial com foto, pesar 50kg ou mais, estar em bom estado de saúde e ter feito uma refeição equilibrada. Não é recomendado realizar a doação em jejum.

Podem doar pessoas com idade entre 16 e 69 anos, 11 meses e 29 dias. Quem tem entre 60 e 69 anos só poderá doar sangue se já tiver doado antes dos 60 anos. Adolescentes de 16 e 17 anos devem levar uma autorização dos pais ou responsável legal para fazer a doação.

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Homens podem doar até quatro vezes ao ano, com um intervalo de dois meses entre as doações; já as mulheres são limitadas a três doações anuais, respeitando o intervalo de três meses. São coletados até 450 ml de sangue por sessão e recomenda-se evitar exercícios físicos e consumo de álcool após a doação.

Serviço

Para agendar a doação de sangue na sede do MT Hemocentro, basta acessar o Sistema de Agendamento. O voluntário também pode fazer o agendamento pelo telefone (65) 98433-0624 (WhatsApp, somente mensagem), ou pelo número (65) 3623-0044, ramais 2024, 2025 e 2026.

O banco de sangue fornece o comprovante de comparecimento ao doador. Para quem compareceu e, por algum motivo, não pôde doar, o MT Hemocentro fornece um comprovante de comparecimento e, para quem efetuou a doação de sangue, é entregue o atestado de doação de sangue para justificar a ausência no trabalho.

*Sob supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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