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Marca de roupas contemplada em edital da Secel é lançada nesta sexta-feira (26) com estampas de artistas mato-grossenses

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A marca Impacto Urbano, que apresenta roupas estampadas por artistas mato-grossenses, será lançada nesta sexta-feira (26.05), em Cuiabá. O evento começa às 19h, na Praça Luís de Albuquerque, no bairro Porto, e contará com desfile e apresentações culturais. O projeto é um dos 40 selecionados no Edital Mato Grosso Criativo, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

A marca mato-grossense de moda autoral é chamada de ‘Impacto Urbano’ e foi criada por Raul Lázaro e Djair Mendes. “A parceria com a Secel foi fundamental para que pudéssemos tirar a ideia do papel, fazendo todos os estudos de mercado necessários e desenvolvendo a primeira coleção”, comenta Raul.

A proposta é oferecer roupas de estilo urbano, que aliam moda com arte mato-grossense. O artista plástico Valques Pimenta e a escritora Luciene Carvalho estão entre os parceiros da primeira coleção. Neste lançamento, serão apresentadas camisetas estampadas com poemas e pinturas dos artistas.

O Edital MT Criativo selecionou propostas nos segmentos mundo das artes, negócios digitais e criações funcionais, totalizando R$ 2 milhões de investimentos. Cada projeto selecionado recebe R$ 50 mil para iniciar ou impulsionar seu negócio. Chamado também de Starter por conceituar a arrancada e o impulsionamento de empreendedores, o edital abrange o setor de economia criativa como um todo.

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Serviço | Lançamento da marca Impacto Urbano

Quando: 26 de maio, às 19h
Onde: Praça Luís de Albuquerque, Bairro Porto, Cuiabá-MT.
Mais informações: Instagram @impactourbanomoda

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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