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Mais de 390 alunos do projeto Bombeiros na Escola se formam em Primavera do Leste

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, por meio da 6ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (CIBM), realizou nesta quarta-feira (06.12) o encerramento do Projeto Social Bombeiros nas Escolas. Ação que teve duração de quatro meses e tinha como objetivo promover atividades preventivas e permanentes, visando a formação humana e cidadã de crianças e adolescentes.

Realizado em uma Escola Estadual, o projeto envolveu 396 alunos do 6° e 7° ano do ensino fundamental.

Durante quatro meses, foram ministradas instruções sobre diversos temas relevantes relacionados ao serviço de bombeiro militar, como trotes e suas consequências, primeiros socorros, prevenção de acidentes domésticos, consequências das queimadas, incêndios urbanos, ética, moral e cidadania.

A formatura de encerramento contou com a presença da diretora da Escola, que expressou sua gratidão ao Corpo de Bombeiros Militar pelas instruções ministradas e pela dedicação em transmitir todo o seu conhecimento aos alunos.

O comandante da 6ª CIBM, major BM Bruno Iop, também esteve presente e agradeceu a confiança depositada na instituição, bem como o empenho de todos os alunos envolvidos.

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“O Projeto Social Bombeiros nas Escolas é um exemplo do compromisso do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso em contribuir para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e engajados na construção de atitudes benéficas para o seu desenvolvimento físico, mental e social, além de fomentar a cultura da paz, da não violência e da prevenção de crimes”, ressaltou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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