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Madeira apreendida em operações da Sema é usada para construção de casas populares em Nova Maringá

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Madeiras apreendidas em duas operações de fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente foram utilizadas para a construção de casas populares em Nova Maringá. As operações, realizadas pela regional de Tangará da Serra, apreenderam 150 metros cúbicos de madeira, que foram doadas para a prefeitura.

A madeira está sendo utilizada para a montagem das estruturas das casas e já foram utilizadas, até o momento, em 50 unidades no programa social do município.

O diretor da regional de Tangara da Serra, Jeferson Zucchi, explica que a unidade tem articulado com as prefeituras municipais da região para remoção de máquinas e doação de bens apreendidos, e no município de Nova Maringá, a parceria tem dado bons resultados, tanto na remoção de máquinas, como de bens.

“Neste caso, a prefeitura usou as toras apreendidas para construções de casas com cunho social, e nós acompanhamos o direcionamento destes materiais. Apesar do dano ambiental já ter sido causado e a madeira ter sido retirada de forma ilegal, ela está sendo utilizada para um fim social. Estão procurando otimizar a destinação deste material para que seja aproveitado da melhor maneira possível”, ressaltou.

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Ambas as operações ocorreram em parceria com a Polícia Militar Ambiental de Barra do Bugres e foram deflagradas a partir dos alertas emitidos pela Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal, que utiliza Imagens de Satélite Planet no combate ao desmatamento ilegal.

A primeira operação apreendeu 89 m³ de madeiras extraídas sem autorização e a segunda 61 m³. Ambas as operações foram na região de Nova Maringá.

Fonte: Governo MT – MT

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Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

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Influência externa

As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

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Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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