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Macacos zogue-zogue recebem tratamento médico e são devolvidos à natureza em Alta Floresta

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou nesta quinta-feira (25.6) a soltura de dois macacos zogue-zogue, no município de Alta Floresta. Os animais haviam sido resgatados pelo Corpo de Bombeiros Militar. Um deles no início do mês, após ter sido vítima de acidente no perímetro urbano da cidade, já o outro apresentava problemas de saúde e foi entregue pelos militares à Sema.

Segundo o diretor da unidade regional da Sema no município, Leandro Rodinei Brauwers, os macacos foram levados para uma clínica veterinária conveniada junto ao órgão ambiental para os cuidados médicos, na cidade de Sorriso.

O gerente de fauna da Sema, Marlon Gallina, explicou que a definição do local para a soltura dos silvestres levou em consideração critérios técnicos.

“Os macacos zogue-zogue vivem em grupos familiares estáveis e, por isso, não podem ser soltos em qualquer local. A chance de sobrevivência seria significativamente reduzida caso fossem soltos longe da área onde foram encontrados. Além disso, mesmo que encontrassem outro grupo, a probabilidade de serem aceitos seria pequena”, destacou o gerente.

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Também em Alta Floresta, a Sema foi acionada, no último dia 15, pelo Corpo de Bombeiros Militar sobre a presença de uma anta ferida andando pela cidade. A Gerência de Fauna em conjunto com os bombeiros conseguiu capturar o animal que estava exausto e com diversos machucados pelo corpo.

A anta foi sedada, recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada para a clínica veterinária de Sorriso. Na clínica, foi constatado que o animal apresentava um ferimento perfurante no rosto causado por bala. As faces do mamífero ainda contém estilhaços de chumbo, porém ele se encontra estável e recebendo tratamento adequado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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