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Juliano Melo assume Secretaria de Saúde com missão de fortalecer programa Fila Zero e ampliar centros de diagnóstico

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Servidor de carreira da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) há mais de 20 anos, Juliano Melo assume a gestão da pasta. O anúncio foi feito pelo governador Otaviano Pivetta nesta quarta-feira (01.04), em coletiva de imprensa no Palácio Paiaguás.

De acordo com o governador, a missão é fortalecer o programa Fila Zero nas Cirurgias Eletivas, a Atenção Primária em Saúde e ampliar os centros de diagnóstico no interior de Mato Grosso.

“Nós vamos credenciar novos hospitais, vamos credenciar novos leitos, vamos abrir oito centrais de diagnósticos no interior do estado, para que os mato-grossenses possam ter acesso ao diagnóstico mais perto de casa”, disse o governador.

O programa Fila Zero já registra cerca de 600 mil procedimentos totais realizados em parceria com municípios, consórcios intermunicipais de saúde e instituições.

Questionado sobre a composição da equipe na SES, Juliano Melo enfatizou que a gestão dará continuidade ao trabalho que já vinha sendo desenvolvido, com a priorização de programas estratégicos para a Saúde de Mato Grosso.

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“Nós já temos uma equipe de continuidade, a prioridade é manter os serviços e a continuidade nos nossos trabalhos. Estamos compondo a equipe com total liberdade, porque nós temos o compromisso e a honra de fazer entregas”, declarou.

Para o gestor, que já assumiu a SES-MT em outras duas oportunidades, o foco é realizar entregas e melhorias à população.

“Fortalecer cada vez mais os hospitais regionais e os hospitais de referência, que não são hospitais de gestão própria do Estado, mas que o Estado participa financeiramente. A divisão de responsabilidades é muito tênue na Saúde, não dá para ser trabalho separado. É juntar forças com municípios, com os parceiros, com os hospitais, as unidades básicas, as equipes da família, para a população sentir que o sistema melhorou”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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