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Ipem-MT fiscaliza mais de 250 veículos em operação conjunta com a PRF em Cuiabá

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Servidores do Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem-MT) fiscalizaram mais de 250 veículos durante a Operação Nacional Cronotacógrafo, realizada em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e encerrada nesta quinta-feira (25.05), em Cuiabá.

Ao todo foram identificados 68 cronotacógrafos com certificados vencidos. Contudo, como a operação é orientativa, os motoristas receberam informações e foram orientados a regularizar de imediato o instrumento.

Veículos de carga e de passageiros com mais de 10 lugares devem ter cronotacógrafo, o aparelho indica e registra de forma simultânea, a velocidade e a distância percorrida pelo veículo. Os parâmetros auxiliam para que o motorista fique ciente do tempo de trabalho, e tempos de parada e direção, informações que monitoram o trânsito de ônibus e caminhões e garantem a segurança de condutores e passageiros nas estradas do país.

A operação do Ipem-MT é baseada na aplicação do Plano Nacional de Vigilância de Mercado do Inmetro, que é realizado em 78 cidades do Brasil e encerra no dia 06 de junho. Em Mato Grosso, a meta é realizar 13 operações em 90 dias.

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Em um mês de ações de fiscalização, o Ipem-MT já verificou dez mil produtos e instrumentos de medição em 132 estabelecimentos comerciais em sete municípios do Estado.

Ouvidoria
Consumidores que desconfiarem de irregularidades devem entrar em contato pelo site da ouvidoria https://www.ouvidoria.mt.gov.br/ e https://www.ouvidoria.mt.gov.br/ ou pelo telefone (65) 3624 8785.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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