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Inscrições para maratona tecnológica no Pantanal se iniciam nesta quarta-feira (26)

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A partir desta quarta-feira (26.3), estão abertas as inscrições para participação no HackaMT- edição Pantanal, uma maratona tecnológica com a missão de desenvolver soluções inovadoras para o setor público. O evento, que conta com o apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), será realizado em Cáceres entre 11 e 13 de abril.

Nesta edição, o HackaMT irá reunir equipes formadas por programadores, designers e empreendedores que terão a oportunidade de criar negócios voltados para a Secretaria Municipal de Saúde de Cáceres. Eles têm 72 horas para desenvolver os projetos.

A programação inclui palestras, capacitações, talks, mentorias e dinâmicas de interação entre os participantes. Os ingressos são gratuitos e podem ser adquiridos até 09 de abril – clique aqui para acessar.

Esta será a 2ª edição em Cáceres. Neste ano, o evento será realizado na “Casa do Daveron”, onde está a sede da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura (Sematur).

A maratona é aberta a todos que tenham interesse em tecnologia e inovação, independentemente do nível de conhecimento. Para participar, também não é necessário ter experiência prévia, porém, na hora da inscrição, o candidato deve escolher o perfil que mais se identifica.

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Os perfis disponíveis são:

  • Negócios: voltado a quem se interessa por modelos de negócio, estratégias de mercado, gestão, marketing, pesquisa de mercado ou comunicação;
  • Desenvolvedor”: para aqueles que desenvolvem programas, softwares, aplicativos, ou gosta de trabalhar com hardware, banco de dados ou APIs;
  • e “Criativo”, pensado para quem tem habilidades em design, UX/UI, edição, criação de conteúdo e soluções visuais.

A equipe que apresentar a melhor solução para os desafios propostos será declarada vencedora e terá a sua proposta financiada. A premiação será concedida através de 05 Bolsas de Desenvolvimento Tecnológico (BDT-3), durante um período de até 12 meses, totalizando R$ 91,2 mil.

“Essa é uma forma de incentivar o empreendedorismo, a ciência e tecnologia voltadas à inovação, que é a aplicação de ideias no mundo real”, afirma o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado, Allan Kardec.

O HackaMT Edição Pantanal é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Ciência Tecnologia e Inovação (Seciteci), em parceria com Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat), Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Parque Tecnológico Mato Grosso e entre outros atores do ecossistema de inovação estadual.

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O HackaMT também teve edições realizadas em outras regiões do Estado, como Água Boa, Querência e Nova Mutum.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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