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Hospital Metropolitano realiza sexto mutirão de cirurgias do ano para dar celeridade a atendimentos

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O Hospital Metropolitano, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) em Várzea Grande, realizou 25 cirurgias gerais neste sábado (28.6), em um mutirão para dar celeridade aos atendimentos. Foram realizados 20 procedimentos de colecistectomia (retirada de vesícula), três de hernioplastias (hérnia) e dois de exérese de cisto dermoide (retirada de cisto sebáceo).

Este foi o sexto mutirão de cirurgias que o Hospital Metropolitano realizou neste ano. No total, até agora, foram 179 operações. Todos os cidadãos atendidos aguardavam por cirurgias via Sistema de Regulação.

O mutirão deste sábado atendeu pacientes com idades entre 31 e 91 anos, de Alto Paraguai, Arenápolis, Aripuanã, Colíder, Colniza, Cuiabá, Figueirópolis d´Oeste, Juara, Juína, Juruena, Nossa Senhora do Livramento, Pontes e Lacerda, São José do Rio Claro, Sinop e Várzea Grande.


A autônoma Fabiana Alves da Silva, 43 anos, uma das contempladas, estava aliviada e esperançosa para entrar na sala de cirurgia e retirar a vesícula devido às pedras e por saber que, em breve, não terá dor nenhuma e poderá voltar às suas atividades.

“Estou esperando desde outubro do ano passado e, graças a Deus, já fui chamada. É porque ficar com dor muito tempo esperando não dá né. Então, graças a Deus, fui chamada logo. Se Deus quiser já já a gente está na ativa de novo”, disse Fabiana.

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Ela contou que foi bem orientada pelo médico sobre os cuidados no pós-operatório, como uma dieta sem gordura que terá que fazer nas primeiras semanas, e que terá vida normal depois disso.

Segundo a diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira, essas são cirurgias rápidas e que não demandam tempo prolongado de internação e por isso podem ser feitas no formato de mutirão.

“O trabalho conjunto da equipe foi fundamental na articulação com os pacientes e as prefeituras para organizar o agendamento e realizar tantas cirurgias no mesmo dia. É que todos os funcionários são muito bem treinados para atender os cidadãos com eficiência e, assim, dar mais qualidade de vida para eles”, explicou Cristiane.

O médico e cirurgião-geral Douglas Dolce Domingues destacou que a estrutura do hospital permite essa alta capacidade de operações simultâneas de baixas e médias complexidades para tentar diminuir a espera por cirurgias no Estado.

“Esses mutirões agilizam por ser um número bom de pacientes que são operados e a gente consegue resolver em curto prazo. A gente atende os usuários de todos os municípios de Mato Grosso, do interior, na Baixada Cuiabana e de todos os lugares que for necessário”, ressaltou.

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De acordo com o médico, a maior dificuldade é conseguir um número suficiente de pacientes aptos para a cirurgia, devido à burocracia no processo de diagnóstico e encaminhamento dos municípios. Por isso, as prefeituras podem se organizar para levar mais pacientes para serem operados nesses mutirões, que o Hospital Metropolitano conseguirá atender bem.

“São cinco salas cirúrgicas no hospital e a gente atua em todas elas. Aqui dentro, o paciente estando apto, não temos dificuldade nenhuma. A gente está aqui para executar e consegue executar com perfeição e, graças a Deus, sem complicações”.

Domingues destacou ainda que essas cirurgias melhoram a vida dos pacientes, aliviando dores, no caso da retirada de vesícula, e permitindo o retorno às atividades normais, no caso da hérnia.


É importante que os pacientes que precisam ser operados em Mato Grosso mantenham o cadastro do Sistema Único de Saúde (SUS) atualizado para que, quando contemplados com a cirurgia, possam ser contactados sem dificuldades.

A equipe que trabalhou na ação é composta por cinco médicos cirurgiões e cinco médicos residentes, quatro anestesistas, 10 técnicos de enfermagem e dois enfermeiros.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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