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Hospital Adauto Botelho já tem 40% das obras executadas

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As obras de reforma e ampliação do Hospital Adauto Botelho, em Cuiabá, já estão 40% concluídas. A unidade será reconstruída e ampliada em 3,5 mil m² e receberá um investimento total de R$ 29 milhões. O hospital deve ser finalizado e entregue à população em 2024.

“Entendemos a necessidade de um tratamento em saúde mental adequado em um espaço moderno e amplo. Por isso, o Governo do Estado está empenhado e vai oferecer uma melhor estrutura hospitalar aos profissionais e pacientes do Hospital Adauto Botelho, que oferta um serviço imprescindível à população mato-grossense”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Conforme a secretária Adjunta de Obras e Tecnologia da Informação da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Mayara Galvão, no local, já foram finalizadas a construção de pronto atendimento e das enfermarias, reforma da parte administrativa, construção da estação de tratamento de esgoto e toda rede de esgoto, além da construção da guarita, do pátio de convivência dos pacientes e da cabine primária de distribuição de energia para todo complexo.

Na próxima etapa da obra, será realizada a drenagem e pavimentação do estacionamento e a construção da ala masculina do hospital. “As equipes trabalham para entregar o mais breve possível a unidade aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Nosso esforço é para que este seja um hospital com uma das melhores estruturas em saúde mental do Estado”, disse Mayara.

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O hospital psiquiátrico está localizado no Bairro Coxipó da Ponte, na capital, e contempla 100 leitos que compõem os blocos de emergência e atendimento a pacientes adultos e idosos.

Com a modernização estrutural, a unidade passará a contar com seis consultórios multiprofissionais, salas para terapia ocupacional, salão, barbearia, sala de TV, cozinha terapêutica e quadra para atividades esportivas.

O Ciaps

O Hospital Adauto Botelho é parte do Centro de Integrado de Assistência Psicossocial (CIAPS) Adauto Botelho, complexo que conta com cinco unidades de referência para o atendimento à saúde mental em Mato Grosso. As cinco unidades são: o Hospital Adauto Botelho; a Unidade Álcool e Outras Drogas; os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) Infantil e o AD (álcool e outras drogas), cujos atendimentos são porta aberta para tratamento, além do Lar Doce Lar, que atua como residência permanente para pessoas em regime de abandono, advindas de abrigos ou orfanatos.

Os pacientes das cinco unidades são acompanhados por uma equipe médica multidisciplinar, como psiquiatra, psicólogo e nutricionista, que trabalham para minimizar o sofrimento psíquico e as violências autoprovocadas.

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De acordo com o diretor geral do CIAPS, Paulo Henrique de Almeida, o hospital não recebia um investimento deste porte há 20 anos. “Esse investimento é de suma importância tendo em vista que o CIAPS é referência para o atendimento psiquiátrico em todo o estado de Mato Grosso, exclusivamente pelo SUS. Há mais de 20 anos que se espera por essa reforma que dará melhor qualidade no atendimento ao usuário e ao ambiente de trabalho para os servidores”, avaliou.

A unidade hospitalar oferece a promoção e atenção à saúde mental da população, com internação de curta permanência para pessoas que apresentam transtornos mentais severos. O Hospital Adauto Botelho foi inaugurado em 1957. Em 1991, a unidade hospitalar foi fechada para reforma, sendo reinaugurada em 1993, com a denominação de Centro Integrado de Assistência Psicossocial (CIAPS).

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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