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Governo reforma 120 escolas para oferecer espaços de qualidade e tornar a educação de MT uma das melhores do país

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O Governo de Mato Grosso está investindo mais de R$ 268 milhões na reforma de 120 escolas da rede estadual, a fim de proporcionar espaços de qualidade aos alunos e profissionais e avançar nos índices de ensino. As melhorias fazem parte das políticas públicas do Plano EducAção 10 Anos e deverão contribuir para tornar a educação de Mato Grosso uma das 10 melhores do Brasil até 2026.

“Precisamos atuar na transformação desses espaços e investir em ambientes que se adequem às necessidades dos estudantes. Uma reforma de grandes proporções, como essas que estamos fazendo, abrange todos os parâmetros que contribuem para a melhoria da qualidade do ensino, refletindo diretamente no aprendizado e desenvolvimento dos alunos”, ressaltou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Desde o início da gestão, em 2019, o Governo do Estado já reformou completamente 60 unidades escolares, com R$ 52 milhões em investimento.

Uma dessas unidades, já reformada e entregue com o padrão de eficiência estabelecido pelo governador Mauro Mendes, foi a Escola Estadual Diva Hugueney de Siqueira Bastos, em Cuiabá.

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Conforme a diretora da escola, Andréa Miranda, a obra vai trazer uma série de benefícios para a comunidade escolar.

“A reforma da nossa unidade melhorou muito a vida de todos os nossos estudantes, enriquecendo o planejamento pedagógico e a oportunidade de novas vivências, como aulas de natação. É uma forma de integrar o ensino-aprendizagem e estimular nossos estudantes dentro de um ambiente completamente renovado”, explicou.

Piscina reforma e pronta para o uso na Escola Estadual Diva Hugueney de Siqueira Bastos
Estudante do 3° ano dessa mesma unidade de ensino, Jaci Guimarães, disse que, após a reforma, ela e os colegas estão muito mais animados.

“É gratificante chegar em um ambiente como esse, que oferece toda a estrutura necessária para os nossos estudos”, afirmou.

Segundo ela, a melhoria na estrutura, investimentos em equipamentos tecnológicos e material de ensino tornam a escola um ambiente cada vez mais atrativo.

Letícia Braga, também aluna do 3º ano, destacou que a reforma da escola era um sonho de quem já estudava na unidade.

“Os alunos se sentem mais confortáveis na sala de aula e podem ter um foco maior nos estudos”, avaliou.

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As reformas nas unidades escolares são realizadas em todas as Diretorias Regionais de Ensino (DRE). Na região Norte do estado, por exemplo, 15 escolas estão sendo reformadas. Em Cuiabá e Várzea Grande, outras 30 escolas estaduais passam melhorias na infraestrutura. A região Sudeste também tem outras 10 unidades em reforma. As outras escolas em obras estão distribuídas em mais de uma região. Os projetos envolvem reformas em salas de aula, adequação de espaços e climatização, além da troca de mobiliários.

A Escola Estadual Ledy Anita Brescancin, em Campo Verde, é outra unidade que passou por reforma. Na avaliação de Marcelino Filomeno da Silva, pai da estudante Isabela Vitória, do 6º ano, a reforma elevou o padrão educacional.

“Consigo perceber o olhar de entusiasmo da minha filha em ir à escola”, afirmou. O mesmo pensamento é compartilhado pela filha: “Essa reforma atende todas as nossas necessidades dos estudantes e aumenta o nosso interesse pelos estudos”.

Com a reforma, os estudantes poderão realizar as refeições em um espaço climatizado.

Fonte: Governo MT – MT

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Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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