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Governo do Estado reforça segurança pública com entrega de 662 armas de eletrochoque para PM

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O Governo de Mato Grosso entregou, nesta sexta-feira (25.08), 662 armas de eletrochoque e incapacitação, em um investimento de R$ 6,7 milhões para a Polícia Militar. O armamento será destinado para reforçar os comandos regionais e unidades especializadas da instituição.

As armas são do modelo Taser X2, da fabricante estadunidense Axon. Também foram entregues 2.140 baterias e 9.214 cartuchos para o armamento. Durante a solenidade, o governador Mauro Mendes relembrou algumas das dificuldades enfrentadas em Mato Grosso na área da Segurança Pública, como a falta de equipamentos e viaturas aos militares de todo o Estado.

“Nós tínhamos uma realidade muito diferente da que temos hoje e é sempre bom relembrar isso. Precisamos ter clareza do que era Mato Grosso anteriormente e como ficou a partir da nossa gestão e isso é um trabalho em conjunto”, discursou.

Além disso, destacou a aplicação do investimento e modernização da Polícia Militar. “Se trata de um armamento extremamente moderno, preço razoavelmente elevado, mas investir em tecnologia é essencial para aprimorar as ações das forças de segurança e com isso garantir uma sociedade mais segura”, acrescentou.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, agradeceu a mais uma entrega do governo do Estado e ressaltou que todos os investimentos estão retornando em resultados voltados ao combate da criminalidade.

“Agradeço ao Governo pelo investimento de hoje e em toda a gestão desenvolvida ao longo desses quatro anos. Os investimentos na Polícia Militar são significativos. Temos atualmente uma pistola Glock para cada policial e teremos, pelo menos por agora, uma pistola taser em cada viatura para evitar tragédias. O senhor, governador, pode contar com a Polícia Militar. Estamos dando tudo para ter tolerância zero em todo e qualquer tipo de criminalidade no Estado”, pontuou o coronel Mendes.

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O secretário adjunto de Segurança Pública do Estado (Sesp-MT), coronel PM Heverton Mourett, destacou que os investimentos em armamentos e equipamentos são parte do plano de governo e compromisso de Mauro Mendes com a segurança.

“O senhor trata de forma muito especial a segurança pública, onde temos diversas ações. Temos o programa Tolerância Zero, jornada extraordinária para policiais, que significa claramente a estratégia de reforçar o policiamento ostensivo, compramos mais de 15 mil câmeras para os municípios e já estamos tendo resultados, proporcionando uma integração e cooperação maior entre as forças de segurança”, afirmou o coronel.

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, ressaltou a boa gestão do governador Mauro Mendes em poder adquirir equipamentos, transformando positivamente a imagem do Estado e Segurança Pública, destinando ações efetivas de combate à criminalidade com modernidade e eficiência.

“Contamos com mais essa entrega, o que reforça a posição de termos as forças de segurança mais bem equipadas do país. Sempre bom refletir de onde começamos. Nossas forças de segurança não tinham combustível para viaturas, precisavam cautelar e devolver equipamentos, e hoje estamos fazendo esse volume de investimentos e Mato Grosso recebeu pela segunda vez o título de Melhor Gestão Fiscal do país”, comemorou o secretário.

A deputada federal Gisela Simona parabenizou o investimento recebido pela Polícia Militar.

“Ficamos muito felizes com esse investimento aplicado na Polícia Militar. Essas armas representam uma melhor segurança para o povo mato-grossense. Agradeço ao Governo do Estado e a instituição da PM por essa aquisição e vamos continuar lutando e investindo em áreas que mais precisam de emendas em Mato Grosso”, finalizou.

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As novas armas serão distribuídas por todos os comandos regionais da PMMT, onde todos os policiais militares serão treinados para a correta utilização do equipamento.

Ainda nesta sexta-feira (25) foi encerrada a Formação dos Multiplicadores das Armas de Incapacitação com 44 alunos, que serão responsáveis por replicar os conhecimentos adquiridos para os militares do interior do Estado.

A primeira-tenente Cláudia Sousa, uma das alunas da formação, explicou o processo utilizado na formação.

“Esta formação é prevista em contrato com a fabricante (Axon) e foi ministrada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. É essencial termos a noção da utilização da arma para termos a aplicação correta do material. Agora esses alunos de todo o Estado irão transmitir esses conhecimentos aos nossos colegas de farda de todo o Estado”, declarou a militar.

Também estiveram presentes no evento a secretária de Assistência Social e Cidadania (Setasc), tenente-coronel PM Grasielle Bugalho; o secretário-chefe de Gabinete Militar, tenente-coronel PM Jordan Espíndola; o secretário adjunto de Gabinete Militar; tenente-coronel PM Fernando Turbino; o secretário adjunto de Administração Penitenciária, Jean Gonçalves; a comandante-geral adjunta da PMMT, coronel Francyanne Siqueira Chaves; o comandante do Comando de Policiamento Especializado da PMMT, coronel Antônio Souza; o diretor de Ensino, Instrução e Pesquisa da PMMT, coronel Januário Batista; entre demais autoridades militares e civis.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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