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Governo do Estado entrega 1.950 pistolas Glocks a policiais penais de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) adquiriu 1.950 pistolas Glock, nos modelos 17 e 19, para policiais penais de Mato Grosso. O investimento de R$ 3.820 milhões padroniza as pistolas Glocks para todos os policiais penais da ativa no Estado.

Nesta quarta-feira (16.7), o governador Mauro Mendes e o secretário de Estado de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato realizaram a entrega das pistolas aos policiais penais, representados pelos diretores de seis unidades do Sistema Penitenciário.

A Glock 9mm é uma pistola de fabricação austríaca, uma das armas curtas mais modernas do mundo e usada por diversas forças de segurança brasileiras.

O governador Mauro Mendes pontuou os avanços obtidos no Sistema Penitenciário, destacando que a realidade estrutural mudou radicalmente com os investimentos realizados para melhorias, e agradeceu a atuação dos homens e mulheres que atuam no sistema de justiça e segurança pública.

“A maioria de nossos profissionais da segurança pública exerce um trabalho dedicado, silencioso, abnegado e, muitas vezes, colocando em risco a sua própria vida. São nossos policiais civis, militares, policiais penais, investigadores, escrivães, pessoas que estão distribuídas nas nossas unidades em todo o Mato Grosso quem verdadeiramente opera no dia a dia da segurança. A eles, nossos parabéns!”

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Com outras 727 pistolas adquiridas anteriormente, a Sejus ampliou a capacidade bélica para a Polícia Penal, somando 2.677 Glocks na totalidade, e contemplando agora todos os policiais penais em atividade nas unidades prisionais e gerências especializadas da instituição.


“A entrega de armamentos e coletes não é apenas um ato simbólico, é a materialização de um novo tempo, de valorização de quem está na linha de frente. Quero agradecer os investimentos do governo para a Polícia Penal, e a Secretaria de Justiça como um todo. São equipamentos, como as pistolas e coletes, que contribuem para a segurança das nossas unidades, dos nossos profissionais. A aquisição das Glocks, além de padronizar, coloca nossos policiais penais com um dos melhores armamentos do mundo”, pontuou o secretário ao agradecer também o trabalho Polícia Penal para a segurança penitenciária.


Policiais de três unidades prisionais do interior já realizaram a ambientação para uso da nova pistola e receberão as armas, que serão distribuídas pela Coordenadoria de Armamento e Logística da Polícia Penal.

Duas unidades do Sistema Penitenciário, a Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, e a Penitenciária Major Zuzi Alves da Silva, de Água Boa, já estão 100% equipadas com a Glock.

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Novos coletes

Além das pistolas Glocks, a Sejus adquiriu 1.787 coletes balísticos também destinados à Polícia Penal. Com a aquisição, um investimento de R$ 3,732 milhões em segurança operacional, a secretaria atende a todos os policiais penais com o equipamento de proteção individual.


A entrega foi realizada durante o primeiro semestre a 100% dos servidores das unidades prisionais e, ainda, às gerências especializadas, coordenadorias e corpo da guarda da Secretaria de Justiça. Os coletes são equipamentos essenciais durante escoltas de presos, monitoramento de unidades prisionais, entre outras ações.

O secretário de Justiça reforçou que as duas aquisições integram o projeto de valorização do trabalho do policial penal e destacou o papel dos profissionais no programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas, dentro das unidades prisionais.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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