O Governo de Mato Grosso deve formalizar uma parceria com a Organização Mundial de Cidades Inteligentes e Sustentáveis (WeGO), do governo metropolitano de Seul, na Coreia do Sul, para implantar o projeto piloto de Smart City em 10 cidades do Estado, para torná-las mais acessíveis e inteligentes.
Essa instituição tem parcerias em todo o mundo com governos e prefeituras no desenvolvimento de soluções tecnológicas que melhoram a vida de quem está na cidade, no campo e também de quem as visita.
A agenda ocorreu na manhã desta segunda-feira (16.6), na sede do governo de Seul. O objetivo foi conhecer soluções, já implantadas, que resolveram problemas de mobilidade, gerenciamento do turismo e integração.
“Demos início na proposta para fechar uma parceria com a WeGO para implantar soluções tecnológicas e de inovação em 10 cidades do estado. Nosso objetivo é utilizar a experiência deles para tornar nossas cidades mais sustentáveis, melhorando os serviços públicos, resolvendo problemas para quem vive nas cidades e quem as visita”, destacou o governador Mauro Mendes.
O secretário-geral da WeGO, Atty Jeong-Kee Kim, afirmou que é possível a parceria e seria “um prazer tê-los como membros da plataforma de gestão e expertise”.
O que é a WeGO: uma associação internacional que reúne governos locais, provedores de soluções tecnológicas inteligentes e instituições comprometidas com a transformação das cidades em ambientes mais inteligentes e sustentáveis, por meio da facilitação de parcerias público privadas (PPP).
A WeGO atua como uma plataforma internacional para apoiar seus membros na melhoria da qualidade de vida da população, na inovação na prestação de serviços públicos e no fortalecimento da competitividade regional. Atualmente, a organização conta com 164 governos locais membros em todo o mundo, sendo Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP) as únicas cidades brasileiras a integrarem o grupo.
Também participaram da reunião os deputados Beto Dois a Um e Ondanir Bortolini (Nininho), os secretários de estado Rogério Gallo (Fazenda), César Roveri (Segurança), Laice Souza (Comunicação) e Basílio Bezerra (Planejamento), o promotor de Tribunal de Contas do Estado, Alisson Alencar, além de representantes da Embaixada do Brasil na Coreia.
Com 2,88% das intenções de voto espontâneas, ex-ministro aparece em primeiro do partido
Neri Geller chega à reta final da eleição como o candidato do Podemos mais bem colocado na pesquisa espontânea do Instituto Data Index para deputado federal em Mato Grosso. Com 2,88% das intenções de voto, o ex-ministro da Agricultura ocupa a nona posição geral e aparece numericamente à frente dos demais nomes da legenda.
O resultado coloca Neri a apenas 0,06 ponto percentual de Emanuelzinho, oitavo na lista, com 2,94%. O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre 28 de setembro e 1º de outubro.
A primeira colocação entre os candidatos do Podemos dá destaque à candidatura de Neri dentro da chapa. Na pesquisa espontânea, o eleitor informa em quem pretende votar sem receber uma lista de nomes, o que permite identificar quais candidatos são lembrados diretamente pelos entrevistados.
Neri disputa o retorno à Câmara com uma trajetória que reúne experiência como ministro da Agricultura, secretário de Política Agrícola e deputado federal. Crédito rural, armazenagem, seguro agrícola e infraestrutura integram o histórico de atuação do candidato em pautas ligadas à economia de Mato Grosso.
Na Câmara, foi relator do projeto de licenciamento ambiental aprovado pelos deputados em 2021, participando da construção de regras para empreendimentos e obras de infraestrutura. Essa experiência conecta sua passagem pelo Executivo à atuação parlamentar em questões que afetam a produção e os investimentos. (camara.leg.br, nerigeller.com.br)
A disputa chega aos últimos dias com uma parcela expressiva do eleitorado sem indicar candidato: 35,38% dos entrevistados não souberam ou não responderam à pergunta sobre deputado federal.
As diferenças entre Neri e os nomes imediatamente próximos são inferiores à margem de erro geral informada pelo instituto. A pesquisa retrata o momento da coleta; a distribuição das cadeiras depende também da votação dos partidos e federações.
Contratado pelo Jogo Político Notícias, o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro MT-04299/2026 na Justiça Eleitoral.
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