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Governo de MT implanta mais 25 escolas cívico militares após consulta com pais e estudantes

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Mato Grosso terá mais 25 escolas cívico-militares. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (22.5), após consulta pública com pais, responsáveis e estudantes, realizada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) neste mês de maio, em 28 unidades de 21 municípios.

Em fevereiro deste ano, o governador Mauro Mendes autorizou a implantação do Programa Escolas Estaduais Cívico-Militares, para ampliar o número de escolas nessa modalidade em todo o Estado. Na ocasião, 31 novas escolas cívico-militares foram autorizadas, somando-se às 28 que já estavam implantadas nos últimos anos.

“No início da gestão, tínhamos apenas sete escolas nesse modelo e agora estamos chegando a 84, bem perto da nossa meta de 100. Essas escolas vão contar com os mesmos professores, mesmo material didático, mesma metodologia e toda a tecnologia que nós estamos implantando nas escolas públicas do estado. A diferença é respeito, disciplina e foco. Os nossos militares que estão lá vão auxiliar os diretores e os professores para conduzir esses jovens para um futuro melhor”, afirmou o governador Mauro Mendes

O vice-governador Otaviano Pivetta explicou que o modelo cívico-militar mantém o currículo tradicional da rede, com professores responsáveis pelo ensino, enquanto os militares da reserva contribuem para a organização e disciplina das unidades.

“Além dessas, temos mais de 200 pedidos de novas adesões em diversos municípios. Isso mostra que as famílias confiam nesse formato de ensino, que reforça a disciplina, o respeito e o civismo. A educação é uma das prioridades do nosso governo, e vamos seguir ouvindo a população e investindo naquilo que está dando certo”, pontuou ele.

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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, esclareceu que o processo de contratação dos militares da reserva que vão atuar nessas unidades já foi iniciado, com a publicação de editais nos 13 polos regionais de educação. Além disso, uma comissão de apoio vai acompanhar o processo de transição, oferecendo orientações e suporte às escolas e à comunidade escolar.

“Os próximos passos serão a implementação do novo modelo, de acordo com o processo regulamentado pela secretaria, definindo as etapas e as responsabilidades para a transição da escola para o modelo cívico-militar”, disse.

O processo também inclui formação e treinamento de diretores, coordenadores, professores, monitores e demais servidores para que estejam aptos a implementar o novo modelo de gestão.

De todas as consultadas, em três unidades as comunidades escolares optaram por manter o modelo tradicional de ensino e o resultado das votações será afixado nas escolas, nas Diretorias Regionais e no site da Seduc.

– Novas escolas cívico-militares por município:
Carlinda – Escola estadual Tancredo de Almeida Neves
Nova Canaã do Norte – Escola Estadual Nova Canaã
Paranaíta – Escola Estadual Mário Corrêa da Costa
Barra do Garças – Escola Estadual Senador Filinto Muller
Pontal do Araguaia – Escola Estadual São Miguel
Araputanga – Escola estadual Nossa Senhora de Fátima
Confresa – Escola Estadual 29 de Julho
Diamantino – Escola Estadual Irmã Lucinda Facchin
Brasnorte – Escola Estadual Prof. Norma Lucia Nunes
Chapada dos Guimarães – Escola estadual Profª Ana Tereza Albernaz
Cuiabá – Escola Estadual Leonidas Antero de Matos
Cuiabá – Escola Estadual Filogonio Corrêa
Cuiabá – Escola Estadual Prof. Ulisses Cuiabano
Cuiabá – Escola Estadual Heliodoro Capistrano
Nossa Senhora do Livramento – Escola Estadual José de Barros Maciel
Várzea Grande – Escola Estadual Profª Elmaz Gattas Monteiro
Paranatinga – Escola estadual 29 de Junho
Campo Verde – Escola Estadual Jupiara
Alto Garças – Escola Estadual Dr. Ytrio Correa
Dom Aquino – Escola Estadual Vinicius de Moraes
Rondonópolis – Escola Estadual Prof. Edith Pereira Barbosa
Rondonópolis – Escola Estadual Prof. Eunice Souza dos Santos
São Pedro da Cipa – Escola Estadual Irmã Miguelina Corso
Vera – Escola Estadual Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Campos de Júlio – Escola Estadual Angelina Franciscon Mazutti

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– Escolas que optaram por manter o modelo tradicional:
Escola Estadual Arlete Maria da Silva (Várzea Grande)
Escola Estadual Jayme Veríssimo de Campos (Várzea Grande)
Escola Estadual 19 de Julho (Peixoto de Azevedo)

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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