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Governo de MT entrega três novas escolas nesta semana com investimento de R$ 31 milhões

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) marca a semana com a entrega de três novas unidades escolares, totalizando investimento superior a R$ 31 milhões do Governo de Mato Grosso. As inaugurações ocorrem em São José do Rio Claro, Sorriso e Vera e reforçam a política de priorização da infraestrutura educacional, tanto na rede estadual quanto no apoio às redes municipais por meio do Regime de Colaboração.

A primeira entrega acontece nesta quinta-feira (5.3), em São José do Rio Claro, com a inauguração da Escola Municipal Ivone Antônia da Rosa Almeida. Construída com investimento de R$ 6,6 milhões do Estado, a unidade conta com 16 salas de aula, refeitório e quadra poliesportiva. A estrutura foi planejada para atender até 480 alunos por turno, ampliando a capacidade de atendimento do município com mais conforto e qualidade.

Na sexta-feira (6), a Seduc inaugura a Escola Estadual Arão Gomes Bezerra, em Sorriso, com investimento de R$ 19,3 milhões. O novo prédio escolar possui 24 salas de aula, quadra poliesportiva com vestiário e piscina, estrutura que amplia as possibilidades pedagógicas e esportivas. Atualmente, a escola atende 1.000 alunos em 29 turmas e tem capacidade para 720 estudantes por turno.

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Também na sexta-feira (6), será a vez de Vera receber a nova Escola Municipal Aloizio Jacob Webler. A obra recebeu aporte de R$ 8,2 milhões do Governo do Estado e entrega ao município uma unidade com 16 salas de aula, refeitório e quadra poliesportiva. A escola atende 520 alunos em 22 turmas e passa a contar com capacidade para até 480 estudantes por turno.

Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, as três inaugurações desta semana traduzem uma diretriz clara da gestão, que é investir em infraestrutura como condição essencial para melhorar a aprendizagem e valorizar estudantes e profissionais.

“Estamos entregando escolas novas, completas e bem equipadas, porque acreditamos que uma educação forte começa com estrutura de qualidade. É uma prioridade do Estado ampliar e modernizar a rede estadual e, ao mesmo tempo, apoiar os municípios pelo Regime de Colaboração, garantindo que mais crianças e jovens estudem em ambientes dignos, seguros e preparados para o ensino do presente e do futuro”, afirmou o secretário.

Segundo ele, o investimento em prédios escolares impacta diretamente o dia a dia das comunidades e fortalece a permanência do aluno na escola. “Cada escola inaugurada representa mais oportunidades. São espaços que melhoram a rotina, reforçam o vínculo com a aprendizagem e mostram que o Estado está presente, trabalhando para que a infraestrutura escolar seja um instrumento real de transformação”, completou Alan Porto.

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Com as novas entregas, o Governo de Mato Grosso reafirma a estratégia de acelerar obras educacionais e ampliar o acesso a ambientes escolares modernos, reforçando que o avanço da educação pública passa, necessariamente, por investimentos consistentes em estrutura e cooperação entre Estado e municípios.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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