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Governo de MT assina ordem de serviço para construção de ponte de 561 metros

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O Governo de Mato Grosso assinou a ordem de serviço para o início das obras de construção de uma ponte de 561 metros de extensão sobre o Rio Teles Pires, na rodovia MT-479, no município de Itaúba. A obra foi licitada por R$ 43 milhões e será executada pelo Consórcio CIBE-Engeponte, formado pelas empresas CIBE Engenharia e Engeponte Construções.

Com a nova estrutura, a travessia, que atualmente é feita por meio de balsa, será substituída por uma ponte de concreto que trará ganhos significativos para a logística regional. A obra irá facilitar o escoamento da produção agropecuária da região, uma das mais produtivas do estado.

A ponte de Itaúba será a quarta com mais de 500 metros de extensão construída pela atual gestão. Antes de 2019, Mato Grosso não possuía nenhuma ponte deste porte. As outras três estruturas entregues ou em construção são:

Ponte sobre o Rio Juruena, na MT-208, com 1.360 metros;
Ponte sobre o Rio Teles Pires, na MT-419, em Novo Mundo, com 691 metros;
Ponte sobre o Rio Teles Pires, na MT-325, em Alta Floresta, com 550 metros.

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Ao todo, o Governo do Estado já construiu e entregou mais de 200 pontes de concreto, substituindo antigas estruturas de madeira e balsas.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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