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Governo de MT assina convênio para construir Colégio Estadual Integrado em Campo Verde

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O Governo de Mato Grosso promoveu nesta terça-feira (16.12), em Campo Verde, uma nova ação voltada ao fortalecimento da educação pública no município com assinatura do convênio com a Prefeitura para a construção do Colégio Estadual Integrado (CEI) Ulisses Guimarães, unidade projetada para atender até 1.500 estudantes, com investimento de R$ 21,6 milhões.

Além do novo colégio, o Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), também autorizou a construção de uma quadra poliesportiva na Escola Municipal Áurea Gonçalvez Marqueti, com aporte de R$ 2,5 milhões. A iniciativa amplia a infraestrutura escolar e reforça ações voltadas ao esporte, à convivência e ao desenvolvimento integral dos estudantes.

“A nossa meta é ajudar os municípios a estruturarem suas escolas municipais, levando melhorias como as quadras poliesportivas para todas as cidades. Para além disso, estamos construindo novas escolas estaduais de alto padrão, garantindo uma educação de qualidade desde a base”, disse o governador Mauro Mendes.

Segundo Mauro Mendes, com os novos investimentos a pasta reafirma o compromisso com uma educação de qualidade, conectada às necessidades locais e à garantia de oferta de vagas na Rede Estadual de Ensino. Somados aos aportes já realizados, o Estado contabiliza R$ 24,3 milhões investidos na educação pública de Campo Verde, consolidando uma estratégia de expansão e modernização da rede.

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Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, os avanços em infraestrutura só se concretizam com planejamento conjunto e cooperação institucional. “Quando Estado e Município atuam alinhados, a gente acelera entregas e garante que o investimento chegue onde precisa: na sala de aula, no atendimento ao estudante e na ampliação de vagas. O Regime de Colaboração é o caminho para organizar essa rede de responsabilidades e assegurar que nenhuma região fique para trás”, afirmou.

Segundo Alan, a construção do CEI Ulisses Guimarães representa um passo decisivo para ampliar a capacidade de atendimento e oferecer um ambiente mais adequado ao ensino.

“Estamos falando de uma estrutura preparada para receber 1.500 estudantes com dignidade, segurança e condições para aprender. É assim que a gente fortalece a rede estadual e responde ao crescimento da demanda com qualidade”, completou o secretário.

A autorização da quadra poliesportiva na escola municipal também foi destacada como medida que integra educação e bem-estar. A obra deve ampliar as possibilidades de atividades físicas e projetos pedagógicos, reforçando a escola como espaço de formação, convivência e pertencimento.

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Também participaram da solenidade o vice-governador Otaviano Pivetta, a senadora Margareth Buzetti, deputado estadual Beto Dois a Um, O prefeito de Campo Verde Alexandre Lopes de Oliveira, entre outras autoridades.

Fonte: Governo MT – MT

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Caso de sucesso apoiado pela Seaf e Programa REM MT reforçam potencial dos editais de R$ 18,6 milhões abertos em Mato Grosso

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O fortalecimento da cafeicultura tem transformado a realidade de produtores rurais da comunidade Sol Nascente, em Mato Grosso. Um dos exemplos é a história da agricultora familiar Ana Aparecida Bandini Rossi, presidente da Associação Comunitária do Sol Nascente, que reúne atualmente 67 famílias associadas.


Ao lado do esposo, Osvaldo Rossi, voluntário na associação, Ana vive no Sítio Jerusalém, onde a família retomou o cultivo do café após anos afastada da atividade. A associação, localizada na própria comunidade, recebeu recursos do Programa REM MT, que permitiram a reforma da agroindústria e a aquisição de equipamentos para processamento do café, fortalecendo toda a cadeia produtiva na comunidade.

“Na associação nós temos a agroindústria e trabalhamos toda a cadeia do café. Com o projeto aprovado pelo REM MT, conseguimos reformar um dos barracões, adquirir equipamentos para torrefação e beneficiamento e criar oportunidades para que os associados possam trabalhar desde a colheita, secagem e processamento até a embalagem e comercialização do produto”, destaca Ana.


Segundo ela, o apoio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), parceira do Programa REM MT, coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), juntamente com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e as secretarias municipais de agricultura, tem sido fundamental para o crescimento da atividade na região.

A comunidade tem uma relação histórica com a cafeicultura. Ana e a família chegaram à região em 1986, vindos do Paraná, atraídos pelo potencial da cultura. Com o passar dos anos, a produção perdeu força, mas voltou a ganhar espaço graças às novas tecnologias e variedades mais produtivas.

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“Na década de 80 tínhamos uma produção muito forte de café, depois ela declinou. Hoje estamos retomando porque acreditamos nessa proposta do Governo do Estado de trazer tecnologia para o campo. Os clones de café desenvolvidos e difundidos com apoio da Empaer produzem muito mais em uma área menor. Antes tínhamos uma área grande e colhíamos menos. Hoje produzimos mais em um espaço menor”, afirma.


O resultado desse trabalho pode ser visto na estrutura da associação. De acordo com Osvaldo Rossi, a antiga instalação deu lugar a uma agroindústria moderna e acessível aos produtores da comunidade.

“Antes aqui era um barracão antigo. Hoje temos uma estrutura adequada. Foram investidos cerca de R$ 1 milhão por meio do REM e toda a comunidade tem acesso à agroindústria”, ressalta.

O sucesso da Associação Comunitária do Sol Nascente é um exemplo dos resultados alcançados com os investimentos do Programa REM MT. Agora, novas organizações têm a oportunidade de acessar recursos por meio de dois editais que estão com inscrições abertas e somam R$ 18,6 milhões em investimentos. Os recursos serão destinados a projetos voltados ao fortalecimento da bioeconomia, da agricultura familiar, dos povos e comunidades tradicionais, da proteção ambiental, da geração de renda e da melhoria da qualidade de vida dos povos indígenas em Mato Grosso.

São R$ 10 milhões destinados ao Edital do Subprograma Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais e R$ 8,6 milhões para o Edital do Subprograma Territórios Indígenas. As inscrições seguem até o dia 8 de julho e podem ser realizadas por organizações que atendam aos critérios previstos nos editais. A expectativa é ampliar iniciativas sustentáveis em todo o estado, fortalecendo organizações e comunidades que trabalham com produção sustentável, conservação ambiental e desenvolvimento local.

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– Edital Agricultura Familiar e PCTs (incluindo indígenas): https://fas-amazonia.org/editalremmtafpct2026/

– Edital Territórios Indígenas: https://fas-amazonia.org/editalremmtti2026/

Conheça o REM MT

O Programa REM MT é uma premiação dos governos da Alemanha e do Reino Unido ao Estado de Mato Grosso pelos resultados alcançados na redução do desmatamento.

Entre 2022 e 2025, o programa apoiou 155 projetos, beneficiando 131 organizações sociais, incluindo 104 associações e cooperativas, nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal. Os resultados incluem mais de 500 aldeias atendidas, 43 povos indígenas beneficiados, 108 municípios alcançados, mais de 44 mil pessoas atendidas e cerca de 160 mil hectares de desmatamento evitados no estado.

Os editais estão disponíveis no site da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), gestora financeira do Programa REM MT. O Programa é coordenado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), e conta com a parceria da Seaf-MT, da Empaer e de diversas instituições que atuam no fortalecimento da agricultura familiar, da produção sustentável e do desenvolvimento das comunidades rurais mato-grossenses.

Fonte: Governo MT – MT

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