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Freteiro afirma que trabalho começou a dar lucro após obras do Governo na MT-170: “asfalto está um tapete”

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Quem passa pela MT-170, no trecho da antiga BR-174, atualmente, sente a diferença, tanto no conforto quanto no bolso, já que diminuíram os gastos com manutenção de veículos. Antes das obras de recuperação do asfalto realizadas pelo Governo de Mato Grosso, o freteiro Felipe Rodrigues contou que tinha prejuízo quando precisava passar pela rodovia para fazer fretes.

O caminhão que ele usa para trabalhar estava constantemente no conserto devido aos defeitos causados pelos buracos na estrada que estava extremamente precária.
Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

No trecho da rodovia, entre Brasnorte e Castanheira, o Governo de Mato Grosso está recuperando mais de 280 km, com investimento de R$ 175 milhões.

“O lucro ia quase todo no conserto do caminhão por conta da quebradeira que tinha na estrada. Hoje é diferente, nós batemos daqui até lá e o asfalto está um tapete”, declarou Felipe, que mora em Brasnorte.

O asfalto novo beneficia não só o tráfego pela rodovia, mas também o comércio local. Proprietário de um hotel da região, Maigoy Helfer conta que no passado enfrentou dificuldades para conseguir hóspedes.

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“Era impossível transitar, estava bem complicado e, hoje, com esse asfalto, a melhoria é de 100% para nós”, destacou.

O prefeito do município de Juína, Paulo Veronese, ressaltou o compromisso do Governo do Estado em levar asfalto novo para a região ao invés de realizar apenas recapeamento.

“Estava com bastante dificuldade no tráfego por conta dos buracos e o nosso governador Mauro Mendes começou a fazer essa recuperação adequada e não só de tapa-buraco”, disse o prefeito.

Também estão sendo realizadas obras para a construção de 271,6 km de asfalto novo entre Castanheira e Colniza, passando por Juruena e Aripuanã, e de 23 pontes de concreto. Nesse trecho, a moradora de Castanheira Silmara Alves já vê as vantagens do asfalto que colocou fim aos atoleiros na região.

“Chovia muito, a estrada ficava toda embarreirada e ficava difícil para ir à escola. Tinha vezes que o ônibus não passava. Era bem ruim, mas agora melhorou bastante”, disse Silmara.

Junto com as obras de asfaltamento, estão sendo realizados sistemas de drenagem para evitar alagamentos nas vias e também buracos em decorrência do acúmulo de água das chuvas.

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Para o prefeito de Juruena, Manoel Carvalho, além do asfalto, a construção das 23 pontes de concreto na região noroeste representa desenvolvimento para a região.

“Não dá nem para contar todas as vantagens que têm nessa rodovia. Agora você vê o sorriso do povo da região noroeste. É o que o governador Mauro Mendes proporcionou para nós”, relatou.

Esse trecho da estrada foi federalizado em 2008 e, em 10 anos, não houve obras por parte do Governo Federal. Em julho de 2022, a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Sinfra) voltou a ser responsável pelo trecho e, desde então, passou a trabalhar para adequar os projetos antigos, em parceria com o Tribunal de Contas do Estado.

Assista abaixo a reportagem do jornalista Israel Prates

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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