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Forças de segurança prendem quatro faccionados suspeitos por homicídios em Colniza

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Ação de policiais militares do 8º Comando Regional e das Polícias Civis de Mato Grosso e Rondônia resultou na prisão de quatro homens faccionados, na madrugada deste domingo (22.3), na zona rural de Colniza. Os homens presos são suspeitos de praticarem homicídios, na cidade. Duas pistolas e munições foram apreendidas com o grupo.

Conforme o boletim de ocorrência, as forças de segurança iniciaram uma operação integrada para desarticular uma quadrilha suspeita de cometer homicídios na região do Distrito de Guatá, ao longo da semana.

Os criminosos foram identificados como membros de uma facção criminosa de Rondônia, que estavam na região para executarem membros faccionados rivais.

As informações levantadas pelos agentes de segurança, com apoio do serviço de inteligência, constatou que os suspeitos estavam em fuga para a cidade de Machadinho do Oeste, em Rondônia.

Com as diligências realizadas, os quatro criminosos foram localizados e interceptados já no Estado vizinho. O grupo estava de posse de duas pistolas e 40 munições de calibre .9mm, além de munições de outros calibres, porção de maconha e sete celulares.

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O comandante do 8º Comando Regional da Polícia Militar, tenente-coronel Hender Ulisses da Silva, destacou o trabalho integrado das forças de segurança para a rápida localização e detenção dos criminosos.

“Deflagramos essa operação integrada a pedido do secretário de segurança, coronel Roveri, e comandante-geral da Polícia Militar, coronel Fernando, onde reforçamos nossas equipes para localizarmos esses suspeitos. Conseguimos frustrar a fuga desses homens e fazer a prisão deles, para que eles possam responder pelos crimes cometidos na região e também trazermos mais segurança para a população da nossa região”, disse o tenente-coronel.

Os quatro homens receberam voz de prisão em flagrante e foram deslocados para a delegacia de Colniza para registro da ocorrência e entregues à Polícia Civil para demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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