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Força Tática prende quatro faccionados, apreende rifle e munições

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam quatro homens, entre 23 e 44 anos, por porte ilegal de arma de fogo e prisão por mandado, na noite deste sábado (15.11), na zona rural de Rondonópolis. Com os suspeitos, foram apreendidos um rifle, 16 munições e um veículo Fiat Strada.

Durante Operação Tolerância Zero, a equipe recebeu informações da Agência de Inteligência local e da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de que membros de uma facção criminosa estavam recebendo abrigo em uma região rural conhecida como Vila Lambari. Diante das informações, os militares se deslocaram até o endereço e localizaram um veículo Fiat Strada que, de acordo com as informações, estava sendo utilizando pelos criminosos.

A equipe se aproximou da residência e flagrou um suspeito que ao ver os policiais tentou fugir para o interior da casa e foi abordado. Durante a abordagem, os policiais localizaram mais três homens no imóvel.

Durante buscas na residência, a equipe tática encontrou um rifle calibre .22 carregado com 10 munições, e durante busca no veículo, mais seis munições do mesmo calibre foram encontradas, além de diversos celulares.

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Após checagem dos suspeitos, os policiais identificaram que os quatro homens possuem mandados de prisão em aberto e possuem diversas passagens criminais como tráfico de drogas, roubo e porte ilegal de arma de fogo.

Os criminosos são membros de uma facção na cidade e são suspeitos de cometer homicídios na cidade. Um dos suspeitos confessou que utiliza o veículo para as fugas.

Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, com o material apreendido, para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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