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Força Tática prende faccionado com tabletes de maconha e porções de cocaína

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Policiais militares da Força Tática do 14º Comando Regional prenderam um homem faccionado, de 32 anos, por tráfico ilícito de drogas, no final da noite deste sábado (20.12), em Nova Mutum. Com o suspeito, foram apreendidos três tabletes de substância análoga a maconha e mais de 80 porções de cocaína.

Durante patrulhamento tático pela Operação Tolerância Zero, a equipe da Força Tática encontrou um homem em suspeita, na frente de um bar, que tentou fugir do local ao ver as viaturas policiais jogando um pacote no chão.

Rapidamente, os policiais fizeram acompanhamento e abordagem ao homem e recolheram o pacote jogado por ele, que estava com pinos contendo cocaína. Questionado pela PM, o suspeito confessou ser o dono do entorpecente e que estava naquele local aguardando o comprador daquela droga.

Ainda para os militares, o criminoso afirmou ser membro de uma facção criminosa e que realizava o tráfico de drogas a mando dos faccionados. Ele ainda revelou que morava em uma residência na mesma região, onde havia mais quantidades de drogas guardadas.

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Os policiais seguiram para o endereço informado pelo homem e logo constataram o forte odor característico de entorpecente vindo da casa. No interior do imóvel, os militares encontraram e apreenderam três tabletes de maconha e mais porções de cocaína, além de balanças de precisão e embalagens para as drogas.

O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia de Nova Mutum, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais procedimentos.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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