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Força Tática localiza e fecha abate clandestino após denúncia de roubo em Rondonópolis

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional localizaram e fecharam um abate clandestino de bovinos, nesta terça-feira (6.1), após denúncia de roubo, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). No local, as equipes apreenderam diversos pedaços de carcaças penduradas com ganchos, no chão e em sacolas plásticas, armazenadas de maneira irregular, além de ferramentas para manuseio das peças.

Os policiais militares foram informados sobre uma ação criminosa em uma propriedade rural em Boa Vista, distrito de Rondonópolis, na última segunda-feira (5). Na ocasião, um casal foi feito refém por dois suspeitos armados. A dupla fez uma transferência bancária de R$ 1 mil, pegou R$ 190 em espécie e fugiu com uma caminhonete Hilux, além de outros pertences das vítimas, que ficaram trancadas no banheiro.

Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, os militares conseguiram identificar os possíveis suspeitos da ação criminosa. Além disso, moradores denunciaram, ainda, o sumiço de animais bovinos e abatidos no período noturno na região, de maneira irregular. Os militares intensificaram o patrulhamento tático e se deslocaram até uma residência em Rondonópolis, em busca dos denunciados.

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No momento que se aproximavam do endereço, as equipes flagraram o condutor de uma caminhonete modelo S-10, que fugiu em alta velocidade. Pelo portão da casa, os militares constataram que o local era utilizado como um abate clandestino. Na lateral do muro, foi avistado uma pilha de restos mortais de animais com indícios de que houve uma tentativa de queimá-los. Os militares ainda localizaram uma câmara fria com diversas peças de bovinos pendurados, no chão e em sacolas plásticas.

Em buscas pela casa, os policiais militares apreenderam facas de tamanhos diversos, máquina de moer carne, um martelete adaptado para serrar ossos, um afiador, além de dez munições de calibre .22 e uma espingarda de pressão. Já em um outro cômodo, foram apreendidas ferramentas como uma roçadeira, esmerilhadeira e maquita.

Diante do flagrante, os policiais militares acionaram a Vigilância Sanitária de Rondonópolis para o manuseio e descarte correto do material apreendido. Os demais equipamentos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Um dos suspeitos identificados possuí passagem criminal por abigeato (roubo e abate clandestino de gado), em 2025. Os policiais militares mantêm o patrulhamento tático em buscas dos envolvidos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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