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Força Tática intercepta troca de armas de facção criminosa e prende dupla em Pontes e Lacerda

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Policiais militares da Força Tática do 12º Comando Regional prenderam dois homens, de 24 e 37 anos, por tráfico e porte ilegal de arma de fogo, na tarde desta terça-feira (13.03), em Pontes e Lacerda. Com a dupla, a PM apreendeu cinco armas e dezenas de cartuchos e munições de diversos calibres que pertenciam a uma facção criminosa.

As equipes da Força Tática, em conjunto com a Agência Regional de Inteligência, receberam informações sobre um esquema de fornecimento de armas de uma organização criminosa. De acordo com as informações, dois homens seriam responsáveis pelo recolhimento e manutenção de armas de fogo utilizadas pela facção.

Ainda segundo as denúncias, a dupla se encontraria próximo de um posto de combustível às margens da rodovia BR-174, para entrega das armas concertadas e recolhimento do material para manutenção. Os militares se deslocaram ao endereço e notaram uma movimentação suspeita entre dois homens em duas motocicletas.

Ao se aproximarem para abordagem, a dupla fugiu por lados opostos carregando diversos objetos. As equipes policiais se dividiram e seguiram acompanhamento aos suspeitos, que realizavam manobras perigosas colocando em risco a vida das pessoas que passavam pelas vias públicas.

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O primeiro suspeito detido estava com uma mochila transportando um revólver calibre .22 com nove munições. O homem informou que a manutenção das armas ocorria em sua casa. No local indicado, os policiais encontraram um depósito contendo duas espingardas e uma pistola de calibre .9mm, além de diversos cartuchos e munições de vários calibres.

Já na segunda perseguição, os policiais abordaram o suspeito após ele sofrer uma queda com a motocicleta. Com o homem, a PM apreendeu um revólver de calibre .38 carregado com seis munições.

Os dois criminosos receberam voz de prisão em flagrante e foram encaminhados para o Cisc de Pontes e Lacerda, com todo o material, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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