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Força Tática conduz quatro membros de facção criminosa e apreende drogas e munições

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Policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional prenderam dois homens, de 23 e 25 anos, e apreenderam duas adolescentes, de 15 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quinta-feira (12.12), em Sorriso. Com a quadrilha, três pedras de pasta base, 142 pinos de cocaína, munições e R$ 1.413,00 foram apreendidos.

Em patrulhamento pela Operação Vitae e Tolerância Zero, os policiais receberam denúncias de populares de que membros de uma facção criminosa estavam comercializando drogas nos bairros São Mateus e Vila Bela. A denúncia também dizia que os suspeitos estariam envolvidos em homicídios de membros da facção rival, na cidade.

Os policiais se deslocaram até o local e visualizaram três pessoas em movimentação suspeita, sendo que uma delas, ao ver a viatura da polícia, jogou uma sacola no chão e tentou fugir para o interior da residência.

Os suspeitos foram abordados, onde foi localizada a sacola contendo 142 pinos de substância análoga à cocaína. Para os policiais, eles relataram que são membros de uma facção criminosa, e então receberam voz de prisão.

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Em seguida, os militares se deslocaram ao segundo endereço e flagraram um indivíduo, que tentou fuga ao ver a viatura. Na abordagem, foi verificado com ele três pedaços grandes de pasta base de cocaína, uma porção de maconha, 21 munições de calibre .38, uma balança de precisão e uma quantia em dinheiro de R$ 1.413,00.

Diante dos fatos, todos foram detidos e encaminhados à delegacia, junto com o material apreendido, para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão de Hallef Oliveira

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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