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Força Tática apreende 303 tabletes de maconha e prende homem por tráfico em Cuiabá

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A equipe policial da Força Tática do 2º Comando Regional prendeu um homem, de 29 anos, por tráfico ilícito de drogas e posse irregular de arma de fogo, na manhã deste domingo (9.3), em Cuiabá. Com o suspeito, foram encontrados 303 tabletes de maconha, uma pistola calibre .380 e 47 munições calibre 9mm.

Os policiais militares receberam a informação de um veículo HB20 sendo utilizado para entrega de entorpecentes no bairro Tijucal. A equipe se deslocou ao bairro e localizou o carro com um homem na condução.

Durante a abordagem, os policiais localizaram 22 tabletes de maconha em uma caixa no interior do veículo.

Em relato aos militares, o homem afirmou que possuía mais quantidade de drogas em sua casa.

A equipe se deslocou até a residência com o suspeito. Em um dos quartos foram encontrados mais 281 tabletes de maconha, além de uma pistola calibre .380 com três carregadores e 47 munições calibre 9mm intactas.

Diante dos fatos, o homem foi conduzido para a Central de Flagrantes de Cuiabá, com o material apreendido, para as providências cabíveis.

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Disquedenúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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