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Força Tática apreende 17 quilos de cocaína e prende quatro pessoas por tráfico de drogas

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Policiais militares da Força Tática do 6º Comando Regional prenderam em flagrante dois homens e duas mulheres por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta segunda-feira (17.07), em Cáceres. Com os suspeitos, foram apreendidos 17 quilos de pasta base de cocaína.

Durante patrulhamento, por volta de 13h, a equipe da Força Tática recebeu denúncias anônimas sobre um veículo Gol branco que supostamente teria acabado de ser carregado com grande quantidade de entorpecentes, no bairro Vila Mariana.

Em diligências na busca dos suspeitos, o veículo foi localizado no bairro Cohab Velha, ocupado por um homem e uma mulher. Na abordagem e revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. Já na vistoria veicular, os policiais encontraram 17 tabletes de pasta base de cocaína, dentro do porta-malas.

Questionados, a dupla revelou que teria pego as drogas com outros dois suspeitos, em uma residência próxima. Ao se aproximarem do endereço indicado, os militares viram um homem e uma mulher fugindo por rumos opostos. Rapidamente foi realizado acompanhamento e os suspeitos detidos pela PM.

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De volta à residência, os policiais militares realizaram buscas e encontraram mais um tablete e duas porções pequenas de pasta base de cocaína.

Diante do flagrante, os quatro suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para o Cisc de Cáceres, com as drogas apreendidas, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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