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Fiscalização conjunta apreende 30 garrafas de whisky suspeitas de adulteração com metanol em Itanhangá

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Trinta garrafas de whisky suspeitas de pertencerem a lotes de bebidas adulteradas com metanol foram apreendidas, nesta terça e quarta-feira (4 e 5.11), em ações de fiscalização realizadas pelas equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e Vigilância Sanitária, no município de Itanhangá.

As investigações conduzidas pela Delegacia de Tapurah iniciaram após duas pessoas darem entrada no Centro Integrado de Saúde de Itanhangá com suspeitas de intoxicação por metanol.

As vítimas estavam com sintomas de náuseas, intensos vômitos e dor no peito, sendo que um dos pacientes teve a situação agravada, evoluindo para cegueira temporária e falta de ar, sendo necessário ser entubado. Devido à gravidade da situação, o paciente em estado mais crítico foi encaminhado para o Hospital Regional de Sorriso.

Iniciadas as investigações, foi constatado que as duas pessoas que sofreram os sintomas haviam comprado uma garrafa de whisky em um supermercado da cidade e começaram a passar mal após a ingestão do produto.

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Diante dos fatos, as equipes policiais foram, terça-feira (04) até o estabelecimento, onde fizeram a remoção dos produtos. Nesta quarta-feira (5), a ação de fiscalização continuou em outros comércios, como mercados e distribuidoras.

No total, foram 12 estabelecimentos fiscalizados, sendo apreendidas 30 garrafas com suspeitas de produtos contaminados, pertencendo a seis lotes suspeitos, listados pela Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária de Mato Grosso.

Segundo o delegado de Tapurah, Franklin Alves, os lotes serão encaminhados para perícia para confronto e análise para saber se o produto é adulterado/falsificado. “As investigações continuam para identificar vendedores e distribuidores que passaram as bebidas para a cidade de Itanhangá, assim como seus fornecedores”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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