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Festival Educarte abre programação com mostra de talentos e celebração do protagonismo estudantil

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) abriu, na manhã desta segunda-feira (24.11), o Festival Educarte, no Allure Music Hall, em Cuiabá. O evento, que segue até o dia 26, reúne produções desenvolvidas ao longo de 2025 nas categorias Música. Teatro, Dança, Fanfarra e Artes Visuais, selecionadas entre centenas de trabalhos inscritos pelas escolas da rede estadual.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destacou que o Educarte já nasceu como uma vitrine de talentos e como uma política que integra arte, cultura e formação humana. Segundo ele, o festival reforça o papel das linguagens artísticas na construção da autoestima e na ampliação de oportunidades para crianças e jovens.

“Temos trabalhado para que nossos estudantes descubram e usem o poder da voz, da expressão e da criatividade como caminho para o futuro. O Educarte mostra a força da educação pública quando valoriza arte, cultura e o protagonismo juvenil”, afirmou o secretário.

Foram selecionados 56 projetos, distribuídos entre os eixos: 14 de Música (interpretação vocal individual ou em dupla), 14 de Fanfarra, 14 de Dança, 14 de Teatro e 14 de Artes Visuais, que se apresentarão ao longo de três dias em formato de mostra e avaliação, culminando na cerimônia de encerramento e premiação.

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Entre os participantes está o estudante Rafael Wilkert, 15 anos, do 9º ano do Colégio Estadual Integrado (CEI) Dr. Mário de Castro, no bairro Pedra 90, em Cuiabá. Concorrendo na categoria Artes Visuais, ele apresentou uma tela de 130 x 40 cm, que descreve como uma composição de “natureza pura”, resultado de meses de prática, pesquisa e experimentação artística.

Ao observar a obra do estudante, Alan Porto ressaltou que o Educarte se tornou uma das maiores celebrações culturais da rede e um espaço onde a educação dialoga com sustentabilidade, sensibilidade e visão de mundo.

“O festival valoriza a arte como linguagem universal e fortalece o desenvolvimento integral dos estudantes. É inspirador ver um adolescente retratar, com tanta profundidade, o equilíbrio da natureza. Além disso, há muitas outras produções aqui que merecem o mesmo reconhecimento”, destacou.

Além das apresentações, o Educarte reúne uma banca avaliadora formada por artistas, educadores e profissionais reconhecidos em suas áreas. Os jurados analisam critérios como criatividade, domínio técnico, originalidade, relevância social e coerência com o tema proposto pela escola.

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Entre os avaliadores desta edição estão professores de universidades, produtores culturais, diretores de teatro, ilustradores, músicos e pesquisadores da área de artes – profissionais convidados para oferecer um olhar técnico e sensível sobre as obras apresentadas.

Nesta terça-feira (25) a programação prossegue com a apresentações de dança, música, teatro e artes visuais. Na quinta-feira (26), os vencedores serão anunciados e receberão prêmios no valor total de R$ 30 mil.

O eixo fanfarra terá caráter coletivo e formativo, com premiação complementar de R$ 45 mil, destinada exclusivamente à aquisição de instrumentos, uniformes e materiais para fortalecimento das fanfarras escolares. Os valores serão distribuídos entre as escolas classificadas em 1º, 2º e 3º lugares, correspondendo a R$ 20.000,00, R$ 15.000,00 e R$ 10.000,00, respectivamente.

Fonte: Governo MT – MT

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Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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