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Escolas da Rede Estadual devem confirmar informações do Censo Escolar até 14 de março

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As escolas da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso têm até o dia 14 de março para confirmarem as informações da segunda etapa do Censo Escolar 2024. A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) ressalta que o início do ano letivo é um momento crucial para que as instituições contribuam com os dados que impactam diretamente a educação no Estado.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) já disponibilizou a plataforma do Sistema Educenso, onde as escolas devem preencher as informações dos estudantes. É fundamental que as escolas estejam atentas, pois o prazo não será prorrogado.

“Cada escola desempenha um papel fundamental na construção de um panorama educacional que ajudará a moldar o futuro da educação em Mato Grosso. Portanto, é imperativo que todas as escolas da rede se mobilizem para cumprir essa tarefa com seriedade e compromisso”, orienta o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Rodrigo Jacob, coordenador do Censo Escolar da Seduc, explica que o Módulo Situação do Aluno tem como objetivo coletar dados sobre o rendimento e a movimentação escolar dos alunos que foram registrados na primeira etapa do censo. As informações a serem preenchidas pelas escolas não se limitam apenas ao desempenho acadêmico.

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“Importante ressaltar que os dados são referentes ao final do ano letivo de 2024, devendo ser declarados com base nos registros administrativos e acadêmicos de cada escola, como boletim escolar, diário de classe e livro de frequência”, acrescenta.

É necessário especificar se o aluno foi aprovado ou reprovado, além de outros detalhes que ajudam a construir um panorama mais completo sobre a vida escolar dos estudantes.

“É essencial que cada escola se mobilize para cumprir esse prazo, garantindo que todos os dados sejam enviados corretamente e a tempo. A participação de cada instituição é fundamental para que possamos compreender melhor os desafios e as conquistas da educação em Mato Grosso”, reforça Rodrigo Jacob.

Cronograma

  • Divulgação preliminar no Sistema Educacenso – 01/04/205
  • Período de retificação – 01/04/2025
  • Divulgação dos dados finais – 09/05/2025

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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