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Escola Tiradentes de Diamantino desenvolve horta hidropônica para promover inclusão e sustentabilidade

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Com o objetivo de estimular a conscientização ambiental e a inclusão social da comunidade escolar, os professores e estudantes da Escola Estadual Militar “Dr. Manoel José Murtinho”, em Diamantino, desenvolveram e implementaram o projeto “Horta Escolar: Plantando Sementes de Educação Ambiental”.

Por meio da implantação de uma horta hidropônica na unidade, os alunos vão ter experiência de aprendizagem mais prática e interativa, integrando diversas áreas de conhecimento, como ciências, matemática, biologia e meio ambiente.

O diretor da unidade, primeiro-tenente da Polícia Militar Maycon David Zanetti, contou que a horta hidropônica é um sistema de cultivo de plantas sem solo, utilizando água e nutrientes. O método de cultivo é eficiente, econômico e sustentável, permitindo a produção de alimentos em áreas urbanas e rurais de forma acessível e sem agredir o meio ambiente.

Segundo ele, a implantação desse projeto vai contribuir para trabalhar as questões que tratam as habilidades socioemocionais importantes, como colaboração, respeito às diferenças e empatia.

Maria Quitéria, professora da Sala de Recurso Multifuncional da escola, falou da importância do projeto e como ele abrange a comunidade escolar.

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“A horta hidropônica é uma atividade que pode ser realizada por pessoas com diferentes habilidades e necessidades especiais. Trabalhar com a educação inclusiva nesse projeto ajuda a promover a inclusão social. A horta estimula o desenvolvimento de habilidades socioemocionais como trabalho em equipe, empatia e respeito às diferenças, além de fortalecer a relação entre a escola e a comunidade local”, disse.

Para a professora Irenilda Almeida, o desenvolvimento do projeto horta é importante para a integração entre os alunos e os demais profissionais da escola. Em todas as ações existe um fator que pode ser utilizado como fonte de aprendizado para os estudantes.

A orientadora ainda pontuou sobre a experiência de contato com a natureza, onde a comunidade integra um laboratório vivo, podendo trabalhar os mais variados temas, além de conhecer melhor os alimentos e experimentá-los.

O coordenador do projeto na escola, Marcelo Viana, ressaltou que, além de contribuir para a consciência socioambiental dos estudantes, a horta ainda os ensina sobre a importância de uma alimentação saudável e equilibrada.

“A implantação de uma horta hidropônica na escola deverá trazer diversos benefícios, como o estímulo de uma alimentação que garanta, principalmente, que seu organismo esteja recebendo todos os nutrientes de que ele precisa. Ao plantar e cultivar alimentos na horta hidropônica, os estudantes aprendem a importância de uma alimentação saudável e equilibrada, além de que isso contribui para a consciência socioambiental dos estudantes, com responsabilidade na atuação do ser humano sobre a natureza, visando diminuir os impactos e melhorar as condições de vida no planeta”, finalizou.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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