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Escola de Saúde Pública retoma aulas do Curso Técnico em Enfermagem

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A Escola de Saúde Pública de Mato Grosso (ESP-MT) retomará as aulas do Curso Técnico em Enfermagem na próxima segunda-feira (12.06). O retorno das aulas inclui todas as turmas habilitadas para o curso, nos períodos matutino, vespertino e noturno. Os módulos ocorrerão de segunda a sexta-feira, em Cuiabá.

As aulas do período matutino serão ministradas na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), das 8h às 12h. O local para as aulas presenciais da turma vespertina será o Centro de Ensino Técnico Mato-grossense (Cetem), das 13h às 17h. Já a turma do noturno assistirá as aulas na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), das 18h30 às 22h30.

Conforme explica a diretora da ESP-MT, Silvia Tomaz, o curso técnico em enfermagem é uma importante ferramenta de ensino-aprendizagem que capacita profissionais para atuarem no âmbito da saúde em Mato Grosso.

“Como a Escola de Saúde Pública passa por obra de modernização, contamos com importantes parceiros via Cooperação Técnica para ofertar as salas e os laboratórios ideais para as aulas do curso técnico em enfermagem. As equipes da Coordenadoria de Formação Técnica da ESP estão absolutamente empenhadas na realização deste curso, que já teve uma parte teórica e agora segue continuidade da teoria e prática”, explicou.

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Clique aqui e acesse a comunicação oficial da Escola de Saúde Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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