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Escola de Governo oferta curso de Experiência do Usuário a servidores estaduais

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A Secretaria de Planejamento e Gestão, por meio da adjunta da Escola de Governo, está com inscrições abertas para o curso inédito em Experiência do Usuário. As aulas acontecem entre os dias 4 e 6 dezembro, na Escola Superior de Advocacia da Ordem dos Advogados do Brasil, no período vespertino.

Ao todo, são ofertadas 37 vagas e as inscrições vão até 29 de novembro.

Experiência do Usuário é uma técnica que tem por objetivo proporcionar aos consumidores uma melhor experiência com produtos e marcas digitais e físicos.

A meta é desenvolver nos participantes habilidades de análise da experiência do usuário para melhoria ou implementação de produtos e serviços do governo. É a primeira vez que o Estado oferece esta capacitação.

A gerente do Laboratório de Inovação (Labsin) e facilitadora da capacitação, Alessandra Oliveira, pontuou que a técnica aplicada ao serviço público proporciona o mapeamento das necessidades dos usuários, a fim de saná-las.

“Se eu estou produzindo para o cidadão, eu tenho que saber do que ele precisa. Às vezes, a gente produz sem o escutar. Então, primeiro, nós vamos ouvi-lo e entender qual é a necessidade dele. Depois, inserir estas melhoras em nossos produtos e serviços”, afirmou Alessandra.

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O curso é direcionado a todos servidores que desejam ampliar suas habilidades de análise da satisfação do usuário. Ao final, todos os participantes recebem um certificado de 12 horas.

“A formação vai no sentido de repensar não só a melhora do serviço público, mas o que mais podemos trazer para o cidadão, que ele possa se beneficiar desse serviço”, finalizou a facilitadora.

Conteúdos programáticos

Os temas abordados nas aulas vão de pensamento criativo na resolução de problemas (Design Thinking); metodologias aplicadas à pesquisa de satisfação do cliente; canvas da proposta de valor; planejamento e roteiro de pesquisa, entre outros.

Para fazer a inscrição, clique aqui.

Supervisão: D’Laila Borges

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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