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Escola de Governo dá continuidade ao ciclo de palestras sobre mulheres no Poder Executivo Estadual

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT) realiza, nesta sexta-feira (14.3), a segunda palestra do ciclo “Mulheres que protagonizam no serviço público”. O evento é organizado pela Escola de Governo e os interessados podem acompanhar a discussão pelo canal da Seplag, no YouTube, clicando aqui.

Esse segundo encontro terá dois blocos, abordando o protagonismo de gestoras públicas e o impacto dessas servidoras no processo de inovação do Poder Executivo Estadual.

O primeiro bloco, intitulado “Gestoras Públicas”, prevê a participação das secretárias de Comunicação (Secom), Laice Souza, de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasielle Bugalho, e de Agricultura Familiar (Seaf), Andreia Fujioka. A apresentação ficará por conta da adjunta da Escola de Governo, Marioneide Kliemaschewsk.

Já o bloco seguinte vai abordar o tema “Inovação” e terá como apresentadora, Rejane Gelinsk. As especialistas que irão discorrer sobre o assunto são a coordenadora da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Cristiane Benvenuto, e a coordenadora de Intraempreendedorismo e Inovação em Práticas Públicas (Seplag), Angélica Costa.

O circuito de palestras está fundamentado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que promovem a saúde e o bem-estar (ODS 3), a educação de qualidade (ODS 4), a igualdade de gênero (ODS 5), o trabalho decente e o crescimento econômico (ODS 8), a redução das desigualdades (ODS 10) e cultura de paz, justiça e instituições eficazes (ODS 16).

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*Com supervisão de Inácio de Paula

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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