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Encontro Estadual de Procons inicia na próxima segunda-feira (4)

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A Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT), vinculada à Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), promove entre os dias 4 e 6 de dezembro, em Cuiabá, o Encontro Estadual de Procons. Nesta edição, o tema será a “A proteção ao consumidor nos contratos bancários”, um dos assuntos que mais têm gerado reclamações nos órgãos de defesa do consumidor em Mato Grosso.

O evento acontece no Hotel Fazenda Mato Grosso e reunirá cerca de 200 pessoas ligadas à defesa do consumidor no estado, entre elas servidores e dirigentes do Procon Estadual e dos 52 Procons Municipais, integrantes de Conselhos de Defesa do Consumidor e representantes de instituições governamentais e entidades da sociedade civil.

O Encontro Estadual de Procons tem como objetivo fortalecer a política de defesa dos direitos do consumidor em Mato Grosso e promover a atualização e reflexão sobre as novas normativas que envolvem a defesa do consumidor no Brasil.

Programação

O evento inicia na segunda-feira (04), com abertura solene às 18h30. Após, será realizado o painel “33 Anos do CDC: Avanços e Desafios na Proteção dos Direitos do Consumidor”, com a conciliadora de Defesa do Consumidor do Procon-MT e deputada federal, Gisela Simona.

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Na sequência, acontece o painel “A perspectiva dos Procons sobre a Lei do Supendividamento”, com a presidente da Associação Brasileira de Procons (ProconsBrasil) e coordenadora do Procon Municipal de Santa Maria/RS, Márcia Moro.

Na terça-feira (05), a capacitação prossegue, a partir das 8h30, com os painéis “Direito à informação: um direito de todos os cidadãos” (Cristiane Vaz/Procon-MT); “LGPD, responsabilidade das plataformas digitais e tutela do consumidor” (Pabline Medeiros/TJMT) e o painel “Produtos e serviços bancários” (Angelica Ângulo, Cleide de Alcantara e Sirley Niemic, da Associação Brasileira de Advogados/ABA-MT).

À tarde, a partir das 13h30, haverá três painéis: “Provas Digitais e Golpes” (Rogério Ferreira/Decon e Santiany Curvo/ABA-MT); “A responsabilidade das instituições bancárias” (Diogo Cruz e Ataina Vaz – ABA-MT) e “Contratos de adesão e cláusulas abusivas” (Ivo Vinicius Firmo/Procon-MT).

Na quarta-feira (06), das 8h30 às 10h30, acontece a oficina “Superendividamento”, com o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Mário Roberto Kono de Oliveira, e com o defensor público estadual da Defensoria do Consumidor, Carlos Eduardo Freitas de Souza.

O evento será finalizado com a “Reunião Técnica – O papel do Condecon/Conselho de Defesa do Consumidor”, a cargo da presidente do Conselho Estadual de Defesa do Consumidor (Condecon-MT), Joeli Casteli, e da secretária adjunta do Procon-MT, Márcia Santos.

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Confira AQUI a programação completa.

Sugestão de Pauta
Encontro Estadual de Procons
Data: segunda (04) a quarta-feira (06)
Horário: segunda-feira: das 18h30min (abertura) às 21h; terça (05) e: das 8h30min às 17h15min; e quarta-feira (06): das 8h30min às 12h
Local: Hotel Fazenda Mato Grosso (Rua Antônio Dorilêo, 1100 – bairro Coxipó)

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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