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Encontro debate promoção da vida e prevenção ao suicídio nesta quarta-feira (17)

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) promove o “VIII Encontro Intersetorial de Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio no Setembro Amarelo”, nesta quarta-feira (17.9), das 8h às 17h30, na Escola Superior de Contas, do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).

O evento é voltado a gestores municipais, profissionais de saúde, profissionais de educação, estudantes de graduação e pós-graduação, além da comunidade em geral, e deve reunir cerca de 300 participantes. As inscrições podem ser feitas pelo link.

Com o tema “Promoção da Vida e da Saúde Mental nas Infâncias e Adolescências”, o encontro terá transmissão pelo canal do TCE-MT no YouTube.

“Vamos discutir de forma intersetorial as estratégias conjuntas para prevenir o suicídio e promover a vida. O objetivo é sensibilizar a sociedade da importância do tema da saúde mental, sobretudo para a Saúde Pública”, disse o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

A coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde da SES, Rosiene Pires destacou que a saúde mental é uma temática prioritária para a Saúde.

“Já é o oitavo Encontro Intersetorial de Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio. Então não é uma ação esporádica, mas sim contínua, em que proporcionamos o espaço para o diálogo intra e intersetorial para que todos se sintam corresponsáveis pela promoção da saúde mental”, afirmou.

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A Superintendência de Vigilância em Saúde da SES, por meio da Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica, e a Superintendência de Atenção à Saúde, por meio da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde, têm trabalhado de forma articulada para compilar e analisar os dados para a realização de ações pertinentes ao tema.

“A Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde da SES-MT convidou vários setores no âmbito Nacional, Estadual e municipal, visto que todos têm responsabilidades para cumprir frente às várias políticas públicas que promovem a vida, como a Política Nacional de Promoção da Saúde, que de modo transversal também promove a Saúde Mental.”

O evento terá as mesas “Saúde Mental nas Infâncias e Adolescências”, “O Cuidado em Saúde Mental Infantojuvenil em Mato Grosso: Cenário, Desafios e Propostas”, “A Intersetorialidade na Gestão do Cuidado em Saúde Mental Infantojuvenil: a Atuação dos Órgãos de Garantia de Direitos” e “Promover a Saúde para Prevenir: o Papel da Intersetorialidade e das Ferramentas Psicossociais para a Prevenção do Suicídio”.

O encontro conta com o apoio da Câmara Setorial Temática de Saúde Mental da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM) e envolveu ainda a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), ambas do Governo de Mato Grosso, a Organização Pan-Americana de Saúde-Brasil (Opas/OMS), o Ministério da Saúde, o Tribunal de Justiça (TJ-MT), o Ministério Público (MP-MT), a Defensoria Pública do Estado (DPE-MT), a Prefeitura de Cuiabá e o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA).

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Dados epidemiológicos

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem anualmente por óbito autoprovocado, sendo a terceira maior causa de mortes de jovens entre 15 e 29 anos. Contudo, há um consenso de que esses dados ainda são subnotificados.

Trata-se de um fenômeno complexo, influenciado por fatores psicológicos, biológicos, sociais e culturais, e que causa impacto individual e coletivo.

Um levantamento da SES aponta que Mato Grosso registrou 1.873 notificações por violência autoprovocada e 315 óbitos por violência autoprovocada intencionalmente em 2024.

Fonte: Governo MT – MT

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“O Hospital Metropolitano me deu uma nova chance de vida”, afirma paciente que passou por cirurgia bariátrica

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O Hospital Metropolitano de Várzea Grande, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizou 1.632 mil cirurgias de janeiro a abril de 2026. Dessas, 895 foram de ortopedia, 400 de cirurgia bariátrica e 109 de neurocirurgia. Neste período, o hospital já ofertou 14.535 consultas ambulatoriais, 183.325 serviços de diagnósticos e tratamentos,

“Além de ter um grande volume de atendimentos, o Hospital Metropolitano promove mutirões mensais de cirurgias de menor complexidade para atender a população com celeridade. São atendidos pacientes de Várzea Grande e de todo o Estado”, destacou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo

Ao longo do ano passado, foram realizadas 5.253 cirurgias, 49.129 consultas ambulatoriais e 532.007 serviços de diagnósticos e tratamentos.

O vendedor Anderson Luiz Niedack, 36 anos, teve uma experiência positiva no Hospital Metropolitano, onde passou por uma cirurgia bariátrica em novembro de 2025. Com 1,90m de altura, ele chegou a pesar 266 quilos e só conseguia se levantar para ir ao banheiro. Por isso, precisou ficar 47 dias internado em tratamento com psicólogos e nutricionistas da unidade para perder peso antes do procedimento.

“O Metropolitano me deu uma nova chance de vida. Eu não andava mais. Se eu ficasse sentado, me faltava o ar. Eu ia ao banheiro, que é do lado do meu quarto, e quando eu voltava, eu já estava sem ar, quase morrendo, por não conseguir respirar. No Metropolitano eu tive uma assistência tão grande, as enfermeiras se tornaram minhas amigas, elas todas me cuidavam muito bem. Eu era monitorado o tempo todo, olhavam a minha glicemia, mediam a minha pressão, perguntavam se eu estava bem, as refeições eram controladas por nutricionistas, e durante esse tempo eu perdi esses 18 quilos até conseguir fazer a cirurgia”, afirmou.

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O paciente considera que recebeu no Hospital Metropolitano um tratamento digno de hospital particular. Ele conseguiu recuperar a mobilidade, a capacidade respiratória e a autonomia em atividades diárias.


Crédito: Arquivo Pessoal

“Hoje já tenho seis meses de cirurgia, já perdi 65 quilos, já consigo andar, já consigo ajudar a minha mãe nas atividades domésticas. Respiro bem. Hoje eu já consigo tomar banho em pé, eu já consigo fazer minhas necessidades fisiológicas, sem nenhuma dificuldade, então é realmente outra vida, o Metropolitano me deu uma segunda chance de vida, eu só tenho a agradecer a todos os profissionais de lá. Eu me senti no Hospital Metropolitano como se eu estivesse no hospital particular. Fui muito, muito bem tratado”, contou.

Conforme a diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira, os mutirões dão mais qualidade de vida aos pacientes que precisam de procedimentos como colecistectomia (retirada de vesícula), hernioplastia (cirurgia de hérnia) inguinal e umbilical, fechamento de enterostomia (no abdômen) e hemorroida.

“Só neste ano, já fizemos 109 cirurgias gerais em mutirões, mas também realizamos muitos outros procedimentos cirúrgicos, inclusive a cirurgia bariátrica, que melhora muito a

O Hospital Metropolitano conta com 239 leitos operacionais, sendo 178 leitos de enfermaria, 50 leitos de UTI, cinco leitos de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) e seis leitos de estabilização, além de cinco salas cirúrgicas e 14 consultórios.

A unidade tem perfil cirúrgico e é referência em ortopedia, traumatologia, cirurgia bariátrica e cirurgia geral.

A SES-MT investiu, desde 2019, R$ 61 milhões em adequações e reformas do Hospital Metropolitano, mantido pela SES-MT em Várzea Grande. Foram reformados Unidade de Terapia Intensiva (UTI), centro cirúrgico, Pronto Atendimento, Central de Material e Esterilização (CME), ambulatórios, administrativo, recepção, enfermarias e fachada. Em 2020, o hospital atuou como referência no enfrentamento à Covid-19, com a ampliação de leitos de enfermaria e de UTI.

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Investimentos em Várzea Grande

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) tem investido para melhorar o atendimento em saúde da população de Várzea Grande, que teve os 159 anos comemorados na sexta-feira (15.5).

De 2019 até março de 2026, a SES-MT transferiu R$ 330 milhões em repasses obrigatórios e extraordinários ao município de Várzea Grande.

Desse total, foram R$ 113 milhões aplicados na Média e Alta Complexidade (MAC), R$ 54 milhões para leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), R$ 52 milhões para custeio, R$ 40 milhões para Unidade de Pronto Atendimento (UPA), R$ 22 milhões para investimentos e R$ 26 milhões para a execução do Programa Fila Zero na Cirurgia.

Além dos repasses obrigatórios ao município, a SES forneceu 19 equipamentos necessários para o funcionamento da nova Unidade de Coleta de Sangue e Hemocomponentes, inaugurada em novembro do ano passado pela Prefeitura de Várzea Grande, no bairro Cristo Rei.

Os itens incluem poltronas de coleta de sangue, leitores de código de barras, refrigerador para armazenamento de bolsas de sangue, bancadas, suporte de soro e freezer -30ºC, e totalizam o investimento de R$ 28.415.66. A SES ainda capacitou a equipe da nova unidade de coleta durante 12 dias.

“A população de Várzea Grande é muito bem-vinda para doar sangue na sede do MT Hemocentro na região central de Cuiabá, mas agora conta com uma unidade bem equipada e com uma equipe bem treinada para atendê-la no próprio município”, avaliou o diretor do MT Hemocentro, Fernando Henrique Modolo.

Fonte: Governo MT – MT

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