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Empaer abre processo de credenciamento para pesquisa, assistência técnica e extensão rural

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A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT) publicou o processo de seleção para o credenciamento de prestadores de serviço para atuarem na pesquisa, assistência técnica e extensão rural nas unidades do órgão em todo Estado.

O edital foi publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (29.08). A seleção é direcionada para pessoas jurídicas que desejam integrar o cadastro de prestadores de serviços, desde que estejam em conformidade com as condições técnicas, especificações e exigências estabelecidas em seu conteúdo.

O presidente da Empaer Renaldo Loffi, destaca a oportunidade e frisa a importância da participação de técnicos com perfis que estão nas regionais do Estado. “É uma forma de valorizar os profissionais e fomentar as cadeias produtivas e os projetos da Empaer”.

Perfis

Os inscritos que atuarão nos perfis de técnico de campo de níveis médio, superior e especialista (consultor), constituirão um banco de profissionais que atenderão, de acordo com a sua atividade, as demandas lançadas pelos diretores da Empaer. O banco de credenciados não configura vínculo empregatício com a empresa.

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Poderão credenciar pessoas jurídicas legalmente constituídas que atuam nos termos da legislação vigente, que possuam objeto social compatível com o descrito no edital ou cooperados vinculados às Cooperativas. É imprescindível que estejam ligados à área de conhecimento, como Ciência, Pesquisa, Tecnologia, Sustentabilidade e Inovação no meio agropecuário, além de ser necessária a comprovação da sua qualificação técnica e habilitação no ato da inscrição.

As demais informações, como as especificações da pessoa jurídica, legalmente constituída junto ao Contrato Social, Estatuto ou Certificado de Condição de Microempreendedor Individual – CCMEI poderão ser encontradas no edital disponível do site institucional.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no link.


Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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