O Natal Abençoado do SER Família atraiu 153,6 mil pessoas para Arena Pantanal, em Cuiabá, em nove dias de evento. O espaço foi idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e ficará aberto para visitação até o dia 30 de dezembro.
O local pode ser visitado das 18h às 22h, exceto neste domingo e segunda-feira (24 e 25.12), quando ficará fechado ao público por conta das comemorações de Natal.
O dia de maior movimento foi o domingo (17.12), quando 35.448 pessoas visitaram o local que dispõe de cenários decorados em um espaço de 5 mil metros quadrados, além de praça de alimentação e parquinho de diversões para as crianças.
Entre os cenários temáticos, a Casa do Papai Noel com neve artificial é uma das principais atrações.
Um dos visitantes é a aposentada Rosa Lídia, que levou a neta de 5 anos para o evento e destacou a beleza dos 14 cenários natalinos.
“Está tudo lindo demais e é muito bom ter em Cuiabá um lugar como esse para visitarmos com as nossas famílias. A minha neta adorou”, afirmou.
Na terça-feira (19.12), a primeira-dama Virginia Mendes e o governador Mauro Mendes entregaram presentes para 15 mil crianças que estudam na rede estadual de ensino ou participam de projetos sociais.
“O Natal é um momento muito especial no ano, é um momento mágico, um momento de alegria, e, acima de tudo, um momento de fé, e eu fico muito feliz, como governador, em saber que o Governo de Mato Grosso pode proporcionar isso a essas pessoas”, afirmou o governador, durante a visita.
“Ficamos muito felizes em ver a alegria no rosto dessas crianças. É o menino Jesus no coração de todos e que esse Natal seja de muita paz e bençãos a todas as famílias mato-grossenses”, enfatizou a primeira-dama Virginia Mendes.
Para que o Natal Abençoado esteja preparado para receber o público, uma grande equipe de profissionais atua nos bastidores, organizando e limpando os espaços, arrecadando as doações e preparando os alimentos oferecidos ao público na praça de alimentação.
“Fazemos tudo com muito amor e muito carinho cada detalhe para que todos que cheguem aqui encontrem tudo perfeito”, afirmou Tina de Oliveira, que atua na equipe de limpeza do Natal Abençoado.
A segurança do local é garantida por equipes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, além do monitoramento em tempo real com câmeras de segurança pelo Centro Integrado de Operações e Segurança Pública (Ciosp).
A entrada é gratuita, mas a organização está arrecadando fraldas, chocolates e leite em pó para doação.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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