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Em 8 meses Vigia Mais MT supera número de veículos recuperados no ano passado

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As câmeras do Vigia Mais MT auxiliaram às forças de segurança na localização de 153 veículos entre janeiro e agosto deste ano. O número, superou a quantidade de recuperações realizadas no ano passado inteiro, quando foram localizados 146 veículos.

Neste ano, o programa possibilitou a restituição de R$ 7,7 milhões em bens às vítimas de diversos municípios de Mato Grosso, abrangendo motocicletas, automóveis e caminhonetes.

Entre os veículos localizados, está um Fiat Toro, furtado em Nossa Senhora do Livramento, região Metropolitana de Cuiabá, e recuperado duas semanas depois em Guarantã do Norte, a mais de 740 km de onde o furto ocorreu.

O superintendente do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), tenente coronel PM Wangles dos Santos Lino orientou que após a localização do veículo furtado ou roubado é preciso comunicar a recuperação à polícia, para que seja retirado do sistema de alerta.

“Estamos recebendo muitos alertas de veículos com queixa, mas quando nossas equipes se deslocam e fazem a abordagem do condutor, identificamos que o veículo já havia sido recuperado, porém com a ocorrência em aberto”, detalhou.

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O superintendente destacou ainda os prejuízos provocados tanto ao Estado quanto à população. “Isso mobiliza uma equipe policial que poderia atender outras ocorrências e ainda gera gasto de recursos públicos sem necessidade”, completou.

Após a recuperação do veículo, a vítima deve procurar uma Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos para o registro da recuperação e, posteriormente, ligar no 190 e solicitar a retirada do veículo do sistema de alerta do Vigia Mais MT.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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