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Dupla é presa pela PM durante tentativa de roubo com sequestro e cárcere privado

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Dois homens foram presos em flagrantes, na madrugada desta quinta-feira (14.12), suspeitos por tentativa de roubo mediante sequestro e cárcere privado em Rondonópolis (220 km de Cuiabá).

Policiais militares do 5º Batalhão foram acionados por uma empresa de monitoramento de segurança, que informou que o gerente de uma loja de eletrodoméstico estava mantido refém por suspeitos armados.

Imediatamente, as equipes se deslocaram até o estabelecimento comercial, no bairro Parque Residencial Universitário. Um dos suspeitos foi detido em frente a loja. Ele estava em uma motocicleta dando apoio ao comparsa, que estava com a vítima.

Em seguida, os militares entraram na loja e realizaram a prisão do segundo homem, resgatando a vítima posteriormente. O gerente da loja contou que estava em casa, com a esposa e o filho de apenas um ano, quando, por volta das 20 horas, quatro homens armados, invadiram a residência e mantiveram a família refém sob constantes ameaças de morte.

Segundo a vítima, os suspeitos queriam arrombar o cofre da loja de eletrodomésticos. Já durante a madrugada, os suspeitos saíram com a vítima em direção a loja em um Fiat Uno e que durante o trajeto haviam mais integrantes da quadrilha prestando apoio. Os suspeitos portavam alicates, marretas e outras ferramentas para arrombar o cofre.

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A vítima foi obrigada abrir a loja e, posteriormente, desligar a central de monitoramento.

Os suspeitos começaram a recolher aparelhos celulares, notebooks, televisores e caixas de som, momento em que os policiais realizaram a prisão em flagrante e frustaram tentativa de roubo.

A vítima foi resgatada sem lesão corporal. Os suspeitos e todas as ferramentas apreendidas foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência para demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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