Evento Internacional

Deputado Xuxu Dal Molin participa de evento Internacional em Washington a convite da CPAC nos EUA com diversas lideranças estrangeiras

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O deputado estadual Xuxu Dal Molin) viajou semana passada aos Estados Unidos com recursos próprios para participar da conferência política conservadora CPAC (Conservative Political Action Conference), realizada na capital norte-americana. Também estavam presentes no evento lideranças e parlamentares americanos como o presidente da Câmara dos Deputados, Mike Jhonson, a secretaria de Segurança para Assuntos Internos dos EUA, Kristi Noem, Presidente da CPAC, Matt Schlapp, entre outras importantes lideranças mundiais, que na oportunidade discutiram novas leis e ações para enfrentar o aumento das  violações aos direitos humanos ao redor do mundo, principalmente nos governos de esquerda e das ditaduras que se espalharam pelo globo. 

Durante sua participação no evento, Dal Molin ao se encontrar com diversas dessas lideranças expos o aumento da violência contra as mulheres, crianças e minorias no Brasil, aumento da impunidade no país, fim das liberdades individuais e direito de expressão, abusos do judiciário, presos políticos, perseguições ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele demonstrou ainda que “a população brasileira na sua maioria não apoia as medidas do Governo Brasileiro de querer acabar com o dólar como moeda de negociação internacional, que defende  grupos terroristas, que tem vínculo político com ditaduras, entre outras atitudes que distanciam o Brasil da maior democracia do mundo”, disse.

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O parlamentar também responsabilizou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelas tarifas econômicas que serão impostas aos produtos brasileiros. Segundo ele, a tentativa do Brasil, junto ao bloco BRICS, de desestabilizar o dólar seria um dos principais motivos da retaliação norte-americana, além das violações aos Direitos Humanos e a perseguição política a Bolsonaro e a direita conservadora do Brasil.
 
“As tarifas impostas ao Brasil são uma consequência das bobagens propagadas pelo Lula desde a última campanha”, declarou Dal Molin.
 
O deputado também criticou a postura do governo federal que não quis o diálogo, no início. “só estão fazendo palanque político, olham só para a próxima eleição e não as consequências desastrosas à economia e aos empregos do povo brasileiro. É muito sério quando não se respeita o interesse da nação”, afirmou.

Xuxu Dal Molin estendeu suas críticas ao Congresso Nacional e ao Senado, cobrando ações para responsabilizar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Em tom enfático, também questionou a atuação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), das Forças Armadas e de setores da sociedade que não se mobilizam frente às pautas defendidas por quem luta e busca um Brasil melhor.
 
A participação de Dal Molin na CPAC demonstra sua proximidade com lideranças internacionais e integra sua agenda de articulações políticas fora do país. “Mesmo no recesso parlamentar não podemos deixar de fazer a nossa parte e lutar por um Mato Grosso e um Brasil melhor”, finalizou.

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Fonte: Política MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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