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Curso gratuito de Libras na modalidade EAD encerra inscrições nesta segunda-feira (11)

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As inscrições para o curso gratuito de Libras, na modalidade de Ensino a Distância, com 750 vagas, oferecido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), terminam nesta segunda-feira (11.5). A formação é ofertada pelo Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial (Casies-MT).

O curso é disponibilizado ao público ouvinte e terá carga horária total de 50 horas, oferecendo 750 vagas, sendo 600 para o período vespertino e 150 para o noturno. Para aprovação, o cursista deverá ter frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 7,0. Ao final do curso, os participantes receberão certificação emitida pela Seduc.

Podem se inscrever profissionais da educação e integrantes da comunidade em geral interessados na área de inclusão da pessoa surda. É necessário ter idade mínima de 18 anos, ensino médio completo, além de acesso a equipamento com acesso à internet para participação nas atividades.

Também é obrigatório realizar o cadastro na plataforma Moodle do Casies e assinar termo de compromisso, declarando ciência de que eventual desistência sem justificativa poderá impedir a participação em novas seleções no semestre subsequente.

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As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site do Casies – clique aqui para se inscrever. A lista dos candidatos selecionados será divulgada no dia 25 de maio, também no site oficial.

No ato da inscrição, o candidato deverá anexar cópia do CPF, comprovante de escolaridade e comprovante de vínculo profissional, no caso de profissionais da educação.

A seleção dos candidatos seguirá critérios de prioridade, sendo: profissionais que atuam com estudantes surdos; professores das Salas de Recursos Multifuncionais; demais profissionais da educação; e comunidade em geral.

Já as aulas ocorrerão de 1º de junho a 1º de outubro de 2026, com encontros on-line semanais de duas horas, além de uma hora semanal de atividades assíncronas na plataforma Moodle.

Confira em anexo o edital do curso em Libras.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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