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Corpo de Bombeiros resgata cascavel e boipeva em áreas de risco

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou o resgate de duas serpentes encontradas em áreas de risco nos municípios de Alto Araguaia (a 422 km de Cuiabá) e Primavera do Leste (a 234 km de Cuiabá), entre a tarde de quarta-feira (29.4) e a manhã desta quinta-feira (30.4).

No primeiro atendimento, registrado na tarde de quarta-feira (29), a equipe do 1º Núcleo Bombeiro Militar (1º NBM) foi acionada após moradores identificarem a presença de uma serpente peçonhenta em uma residência no bairro Atlântico, em Alto Araguaia. No local, os militares constataram tratar-se de uma cascavel, espécie peçonhenta reconhecida pelo chocalho na ponta da cauda. Seu veneno pode causar graves complicações à saúde humana.

A captura foi realizada com o uso de técnicas e equipamentos adequados, garantindo a segurança dos ocupantes do imóvel e da equipe. Após o manejo, o animal foi solto em seu habitat natural, em área apropriada e distante da zona urbana.

Já na manhã desta quinta-feira (30), por volta das 7h, a 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi acionada para atender a uma ocorrência envolvendo uma serpente em uma fábrica localizada na Rua São Paulo, no Distrito Industrial, em Primavera do Leste.

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Ao chegar ao local, a equipe identificou que o animal era uma serpente não peçonhenta do gênero xenodon merremii, conhecida popularmente como boipeva, que já havia sido contida por um funcionário da empresa. Após o resgate, o animal também foi solto em seu habitat natural.

Orientação

O CBMMT reforça que, em casos de avistamento de serpentes ou outros animais silvestres, a orientação é manter distância e acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros Militar pelo número 193. Deve-se manter distância e evitar qualquer tentativa de captura por pessoas não capacitadas.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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