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Corpo de Bombeiros promove projeto educativo nas escolas para prevenção de incêndios florestais

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) deu início ao projeto “Sentinelas do Amanhã”, voltado a alunos da rede pública de ensino, com o objetivo de conscientizar crianças e adolescentes sobre a importância da preservação ambiental e os riscos dos incêndios florestais e das queimadas urbanas.

Realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e as Secretarias Municipais de Educação, com o apoio da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), o projeto abrange estudantes das redes estadual e municipal em todo o Estado de Mato Grosso. A expectativa é alcançar cerca de 300 mil alunos.

Sob a coordenação do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), o “Sentinelas do Amanhã” promove a educação ambiental por meio de atividades práticas e pedagógicas, com a proposta de transformar os estudantes em agentes multiplicadores do conhecimento sobre a preservação do meio ambiente. O foco é fomentar uma cultura de prevenção que ultrapasse os limites da sala de aula e alcance também as famílias e comunidades.

A iniciativa faz parte do Plano de Operações da Temporada de Incêndios Florestais (POTIF) do CBMMT, que prevê ampliar a estrutura, aumentar o efetivo operacional e implementar novas ações estratégicas para enfrentar o período de seca no Estado. Para este ano, o Governo de Mato Grosso investirá R$ 125 milhões para combater incêndios florestais e desmatamento ilegal.

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De acordo com o comandante do BEA, tenente-coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes, a formação de crianças e jovens conscientes e engajados é uma das principais estratégias de educação ambiental para reduzir o uso irregular do fogo, tanto em área rural quanto urbana.

“Nosso objetivo é que essas crianças se tornem replicadores do conhecimento, levando o que aprendem para dentro de suas casas e influenciando positivamente suas famílias, amigos e comunidades. Acreditamos que a conscientização começa na educação e se fortalece com o exemplo”, afirmou.

Durante os dois primeiros meses, o projeto oferece capacitações para educadores, que atuarão ao longo do ano como multiplicadores junto aos estudantes. Além disso, o projeto promove palestras realizadas por bombeiros nas escolas, com conteúdo adaptados para diferentes faixas etárias.

Todos os materiais didáticos que podem ser utilizados pelos professores estão disponíveis no site oficial do Sentinelas do Amanhã, como apresentações interativas e conteúdos específicos para crianças e adolescentes. A proposta é tornar o aprendizado dinâmico e envolvente, estimulando os estudantes a refletirem sobre os impactos dos incêndios florestais e das queimadas urbanas na saúde, no meio ambiente e até mesmo no clima.

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“Faremos o acompanhamento e incentivaremos a realização de atividades complementares. A ideia é que os estudantes levem esse conhecimento para casa, compartilhem o conhecimento”, concluiu o tenente-coronel Marcondes, comandante do BEA.

Mais informações sobre o “Sentinelas do Amanhã” estão disponíveis em: www.sentinelascbmmt.com.br.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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