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“Corpo de Bombeiros foi fundamental para combater incêndios no Pantanal”, afirma prefeito de Poconé

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O prefeito de Poconé, Dr. Jonas Eduardo de Queiroz Moraes, afirmou que a presença do pelotão do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) no município tem sido crucial para combater os incêndios, principalmente durante o período de estiagem, no bioma Pantanal.

“Poconé foi um município pantaneiro que, em 2024, conseguiu controlar os focos de incêndio, enquanto houve aumento nas demais cidades na parte do pantanal sul mato-grossense. Isso prova a importância do pelotão, do planejamento e do trabalho incansável realizado pelos bombeiros militares em nossa região”, afirmou.

A afirmação foi feita durante a solenidade de troca de comando do 1º Pelotão Independente Bombeiro Militar (1º PIBM), realizada nesta terça-feira (18.2), em Poconé (a 105 km de Cuiabá). O capitão BM Adilson de Arruda assume o posto de comandante da unidade operacional.

Em seu discurso, o prefeito destacou os resultados positivos do planejamento preventivo da corporação e da atuação estratégica dos bombeiros militares, tanto no combate direto às chamas, quanto nas ações de busca, resgate e atendimento à população.

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“A atuação rápida e eficiente em situações de emergência contribuiu diretamente para a diminuição dos focos de incêndio em 2024”, enfatizou.

Além disso, ele ressaltou a importância das parcerias estabelecidas para minimizar os impactos das queimadas. Para o prefeito, a manutenção do pelotão no município continua sendo uma prioridade, com o objetivo de garantir a segurança da comunidade e a proteção do ecossistema local.

“Tudo isso é fruto da parceria entre a prefeitura, outras entidades e o Governo de Mato Grosso. Trata-se de uma rede de proteção que busca não só a reduzir os focos de incêndio e outras ocorrências, mas também mitigar os efeitos devastadores que esses incidentes causam na saúde das pessoas e no patrimônio, tanto físico quanto ambiental, do nosso bioma”, concluiu o prefeito.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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