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Corpo de Bombeiros de MT inaugura canil e homenageia cão que morreu durante operação

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O Corpo de Bombeiros Militar de Barra do Garças inaugurou nesta quinta-feira (09.11) a primeira estrutura destinada aos cães de busca e resgate da regional da instituição. O canil recebeu o nome de Thayron, em homenagem ao cão de busca que sofreu um acidente enquanto atuava nas operações de busca no Rio Grande do Sul, em setembro deste ano.

Na cerimônia, também foi entregue também uma viatura específica de busca e resgate com cães, que vai facilitar deslocamento dos militares até as ocorrências.

O canil de Barra do Garças possui 12 cães operando em ações de busca e resgate, inclusive com trabalhos em âmbito nacional, como em Brumadinho (MG), em 2019, após o rompimento de uma barragem, e em Petrópolis, no Rio de Janeiro, neste ano, depois de alagamentos e deslizamentos.

Além disso, o quartel de Barra do Garças sediou uma etapa da Certificação Nacional de Cães onde esses animais de Mato Grosso e do Estado do Acre foram certificados para realização de buscas.

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O canil foi construído com a ajuda financeira da prefeitura municipal de Barra do Garças e a viatura com recursos provenientes de uma emenda parlamentar do deputado estadual Paulo Araújo.

Prestigiaram o evento a diretora operacional do Corpo de Bombeiros Militar, coronel BM Vivian Rizziolli Corrêa; o prefeito de Barra do Garças, Adilson Goncalves de Macedo; o deputado estadual, Paulo Araujo; o suplente deputado federal, Antonio Bosaipo, o presidente da Câmara de Vereadores de Barra do Garças, Zé Gota; o deputado estadual, Moacir Couto; o vice-prefeito de Barra do Garças, professor Sivirino; comandante do 58º Batalhão de Infantaria Motorizada (58º BIMtz, Ramon Marçal da Silva, além de todo secretariado do executivo municipal e demais autoridades.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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