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Corpo de Bombeiros combate incêndio de grandes proporções em algodoeira

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atuou, entre a noite de domingo (14.12) e a manhã de segunda-feira (15.12), no combate a um incêndio de grandes proporções no pátio de estocagem de uma algodoeira, localizada às margens da BR-163, em Sorriso (a 398 km de Cuiabá).

A equipe do 5º Batalhão de Bombeiros Militar (5º BBM) foi acionada e, ao chegar ao local, constatou que as chamas já haviam se espalhado por uma grande área do pátio, atingindo fardos de algodão armazenados. Dada a gravidade da situação e a alta inflamabilidade do material, o plano de chamada para reforço do efetivo foi imediatamente ativado, ampliando a capacidade de resposta da operação.

De acordo com o major BM Leandro Cuiabano Kunze, comandante do 5º BBM, o combate foi iniciado à noite com sete viaturas, e os bombeiros trabalharam durante toda a madrugada.

“Hoje pela manhã, o incêndio foi controlado e conseguimos proteger uma área de aproximadamente 16 mil metros quadrados. Isolamos toda a pluma de algodão em uma área de combate onde não havia risco de propagação das chamas. O algodão é um material que queima tanto na superfície quanto em profundidade, o que torna o combate mais difícil. Por isso, a operação durou várias horas”, explicou o comandante.

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O combate ao incêndio foi realizado de maneira direta, com o apoio logístico de caminhões da prefeitura, de empresas locais e da própria algodoeira, que forneceram água para o reabastecimento. Maquinários pesados, como tratores com lança e pás carregadeiras, foram empregados na movimentação e transporte dos fardos, o que facilitou o acesso aos focos de incêndio.

Além disso, parte das equipes se concentrou no resfriamento de materiais para evitar a propagação das chamas para outras áreas. Pela manhã, o trabalho continuou com o combate residual e o monitoramento da área, com o objetivo de eliminar qualquer risco de reignição e garantir a segurança do perímetro. Apesar das grandes proporções do incêndio, não houve feridos durante a operação.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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