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Corpo de Bombeiros apresenta plano de prevenção e resposta a queimadas e incêndios florestais

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O 3º Batalhão Bombeiro Militar de Rondonópolis (212 km de Cuiabá) apresentou, nesta terça-feira (16.05), o Plano de Prevenção e Resposta às Queimadas Urbanas e Incêndios Florestais, durante a 2ª reunião de condução dos trabalhos de prevenção e preparação da Ttemporada de incêndios urbanos e rurais.

Na ocasião, o comandante Regional e do 3º BBM, coronel BM Fabrício Gomes Costa, destacou as ações estruturantes de prevenção, preparação e resposta realizadas em 2022 para a mitigação das queimadas e incêndios florestais em Rondonópolis. Considerando o plano de ação proposto no ano passado, o coronel reforçou as 14 ações que foram propostas e cumpridas com êxito, dentro dos prazos e metas previstas, e que resultaram em resultados extremamente positivos e assertivos.

Dentre as ações se destacam as atividades realizadas na TI Tadarimana, que resultaram em uma diminuição de 85% do número de incêndios florestais, as ações educativas nas escolas das redes públicas e privadas do município, e o trabalho de combate aos incêndios florestais e urbanos, que resultou na diminuição de, aproximadamente, 40% do número de focos de calor no município.

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Conforme o coronel, os resultados também são frutos do trabalho conjunto com os parceiros como a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gabinete de Apoio a Segurança Pública, Secretaria de Agricultura, Coder e Defesa Civil, Polícia Militar Ambiental, Exército Brasileiro, Juvam e Ministério Público do Meio Ambiente.

Para o ano de 2023 foi proposta a continuidade do planejamento estratégico e operacional do Corpo de Bombeiros Militar junto às outras agências, buscando cada vez mais a diminuição das queimadas urbanas e incêndios florestais no município.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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