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Construção de pistas de concreto na Avenida da FEB deve terminar em outubro

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As obras para construção das pistas de concreto para o BRT na Avenida da FEB devem ser concluídas até o fim do mês de outubro. A construção dos corredores é executada em uma extensão de aproximadamente 4,5 quilômetros, incluindo também um trecho da Avenida João Ponce de Arruda.

Ao longo de todo o trecho, a equipe do Consórcio contratado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) realiza a limpeza do terreno, executa a drenagem e a terraplanagem. Após a conclusão destes serviços é que começa a concretagem. A equipe também precisa aguardar o tempo necessário para realizar a cura do concreto, necessário para garantir a qualidade do material, antes de retomar o processo da obra.

“Neste momento, o concreto está sendo aplicado na altura da trincheira do Zero Km. Mais para a frente, em direção ao aeroporto, as máquinas já trabalham realizando a terraplanagem, para concluir o cronograma previsto até outubro”, explicou Isaac Nascimento, secretário adjunto de Obras Especiais da Sinfra.

O trabalho de concretagem serve para fechar os buracos deixados há mais de 10 anos no canteiro central da Avenida da FEB. A obra é realizada em etapas, para não causar interrupção total no trânsito da Avenida, o que prejudicaria ainda mais a população e comerciantes.

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“Essas obras não irão reduzir a capacidade de tráfego viário. A Avenida da FEB continuará tendo duas pistas para carros, mais a faixa de ônibus. O estreitamento atual da pista é necessário para garantir a segurança dos motoristas e trabalhadores da obra”, completou Isaac.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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