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Construção da Orla de São Félix do Araguaia chega a 68% de execução

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As obras de construção de uma nova orla no município de São Félix do Araguaia estão com 68% de execução. As obras são realizadas por meio de um convênio firmado entre a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e a prefeitura de São Félix. O valor do investimento é de R$ 11,5 milhões.

As obras compreendem a revitalização de todo o espaço localizado nas margens do Rio Araguaia. O projeto contempla a instalação de academia ao ar livre, espaços para bares e restaurantes e playground infantil.

Será realizado um trabalho de paisagismo, com área de convivência e espaço para shows. A área terá acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e dois mirantes. A previsão para finalização da obra é no segundo semestre deste ano.

Outras orlas

O Governo de Mato Grosso investe na infraestrutura de espaço turísticos com a construção e revitalização de outras orlas municipais. Por meio de um convênio com a prefeitura, é construída a nova orla de Santa Terezinha, em um investimento de R$ 4 milhões.

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Outras duas obras também estão em andamento: a Orla de Luciara e de Santo Antônio do Leverger, as duas com previsão de conclusão também para o segundo semestre deste ano.

Com um investimento de R$ 12,3 milhões, a orla de Santo Antônio de Leverger já superou 80% de execução.

Já as orlas de Cáceres e Barão de Melgaço estão em fase final do processo de licitação. O investimento para as duas será de R$ 24,6 milhões.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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